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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

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CESTA INFANTIL





sexta-feira, 12 de maio de 2017

FELIZ NOSSO DIA DA ENFERMAGEM !

" Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito " - Romanos 8 : 28

Hoje para mim mais do que nunca é um dia de muita reflexão por comemorarmos O NOSSO DIA , ou seja, DIA DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM. Agradeço a Deus e a meu irmão lindo que amo Jaelson Nascimento​ que sempre insistiu para que eu trabalhasse nesse lindo ofício e a toda minha família.
Primeiramente eu não tinha ideia DA MISSÃO que DEUS reservava para mim ao ter o PRIVILÉGIO em COMPOR a EQUIPE DE OBSTETRÍCIA do HOSPITAL REGIONAL TIBÉRIO NUNES - HRTN e em fazer parte do TIME DO BEM.

A nosso prefeito Joel Rodrigues da Silva​ meus parabéns pelas conquistas referentes à saúde não só de Floriano mas da região; Creio em nome de Jesus Cristo que logo logo iremos ajudar mais pessoas na nova estrutura. Deus continue abençoando o sr e toda família.
O que significa ESTAR ENFERMEIRA? Significa SALVAR VIDAS e LEVAR AMOR aos mais necessitados. As pessoas me perguntam sobre JORNALISMO e DIREITO e sempre respondo que tbm AMO, mas ESTOU EM UMA NOVA FASE EM MINHA VIDA.

Enfim..... VQVAMOS COM FÉ EM DEUS !
Feliz nosso dia a todos os profissionais da FAMÍLIA HRTN e de todo Brasil.Feliz nosso dia a todos os profissionais da FAMÍLIA HRTN e de todo Brasil.

domingo, 5 de março de 2017

Veja os salários da Magistratura: quanto ganha um Juiz, Promotor e Desembargador






Quem deseja entrar para o serviço público tem a Magistratura como boa opção. A carreira chama a atenção pelos altos salários e há quem busque por ela desde a escolha da graduação em Direito. No entanto, o difícil ingresso e a exigência de muita preparação afastam muitos concorrentes, que acabam ficando pelo caminho.

O Magistrado é o Juiz de Direito, que pode atuar no Supremo Tribunal Federal, no Conselho Nacional da Magistratura, no Tribunal Federal de Recursos, nos Tribunais Militares, nos Tribunais Eleitorais, Tribunais e Juízos do Trabalho, Tribunais Estaduais e Tribunais Distrito Federal e dos Territórios. Atualmente, o subsídio de um Juiz em entrância inicial é fixado em R$ 27.500,17 e não pode exceder o teto constitucional dos Ministros do STF, de R$ 33.763,00.

Além do vencimento, os magistrados recebem auxílio-moradia, auxílio-alimentação, gratificações, auxílio-saúde e outros benefícios, que podem envolver desembolsos por produtividade, aulas em escolas da magistratura, cargos de direção e ajuda de custo para se instalarem em outras cidades. Segundo reportagem do Jornal O Globo de 23 de outubro, 76% dos magistrados do país ganham acima do teto e há casos em que Desembargadores recebiam até R$ 140.000,00 mensais.

São vitalícios no cargo, a partir da posse, os Ministros do Supremo Tribunal Federal, Ministros do Tribunal Federal de Recursos, Ministros do Superior Tribunal Militar, Ministros do Tribunal Superior do Trabalho e dos Tribunais Regionais do Trabalho, Desembargador, Juiz dos Tribunais de Alçada e dos Tribunais de segunda instância da Justiça Militar dos Estados. Já os Juízes Federais, Juízes Auditores, Juízes Auditores Substitutos, Juízes do Trabalho Substituto, Juízes de Direito e Juízes Substitutos da Justiça dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios e Juízes Auditores da Justiça Militar dos Estados conquistam a vitaliciedade após dois anos no cargo.

O bacharel em Direito deve ter pelo menos três anos de atividade jurídica comprovada para concorrer a um cargo como Magistrado. Segundo o Superior Tribunal de Justiça, o conceito de "prática forense" exigida para concursos da Magistratura deve ser compreendido em um sentido amplo, não englobando apenas as atividades privativas de Bacharel em Direito, mas todas aquelas de natureza jurídica. Entram nessa conta a atuação como Advogado; as atividades de consultoria, de assessoria e de direção jurídicas; o exercício da função de Conciliador junto a tribunais judiciais, juizados especiais, varas especiais, anexos de juizados especiais ou de varas judiciais; o exercício de atividade de mediação ou de arbitragem na composição de litígios; e a realização de curso de pós-graduação reconhecido pelas Escolas Nacionais de Aperfeiçoamento e Formação de Magistrados ou pelo MEC, desde que integralmente concluídos com aprovação.

O concurso público para Juiz é composto de prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; provas escritas teóricas e práticas, de caráter eliminatório e classificatório; sindicância da vida pregressa e investigação social, de caráter eliminatório; exame de sanidade física e mental, de caráter eliminatório; exame psicotécnico, de caráter eliminatório; prova oral, de caráter eliminatório e classificatório; e avaliação de títulos, de caráter classificatório. Dentre as disciplinas abordadas pela prova objetiva estão o Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Consumidor, Direito da Criança e do Adolescente, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Constitucional, Direito Eleitoral, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Ambiental, Direito Administrativo e Direito Agrário; que vão variar conforme o órgão que abre o certame.

Após a aprovação e classificação em concurso, o profissional ingressa na carreira de Juiz Substituto em pequenas Comarcas. Não necessariamente sua atuação acontecerá apenas na ausência do Juiz Titular da Comarca, mas também em conjunto com ele, como auxiliar. Nessa função, o novo Juiz atua em todas as áreas - cível, criminal e juizados de pequenas causas. Após dois anos de atuação como Juiz Substituto, acontece a promoção para Juiz Titular em uma Comarca de Primeira Entrância, que são Comarcas situadas em pequenas cidades do interior do país. A seguir vêm as Comarcas de Segunda Entrância, que ficam em cidades de tamanho médio, as Comarcas de Terceira Entrância, que correspondem às grandes cidades do interior, e as Comarcas de Entrância Especial, que são as principais Comarcas das grandes capitais brasileiras.

Após se tornar Juiz Titular, todas as promoções acontecem apenas com o consentimento do Juiz, não sendo obrigatórias. Para cada promoção, o Magistrado deve ficar no mínimo dois anos no cargo. As promoções são realizadas considerando dois critérios: merecimento e antiguidade, que, ao menos teoricamente, são critérios objetivos. Analisa-se seu tempo de cargo, sua conduta como magistrado, sua eficiência no exercício da função, o número de vezes em que figurou em outras listas por merecimento, além de notas nos cursos internos.

Os Magistrados podem chegar ainda aos tribunais de segundo grau e ocupar as funções de Desembargador, Ministro e Corregedor.

Promotor

Para quem pensa que o Promotor de Justiça é um cargo hierárquico menor, quando comparado ao Juiz, engana-se. O Juiz faz parte do Poder Judiciário, e tem sua legislação prevista na Constituição Federal dos arts. 92 a 126. Já o Promotor de Justiça é integrante do quadro do Ministério Público, previsto na Constituição Federal, art. 127 a 130, e não do Poder Judiciário. A remuneração de um Promotor em entrância inicial varia conforme o estado, geralmente fixada em R$ 26.125,17.

Desembargador

Os desembargadores são profissionais que realizaram funções jurídicas no setor público e prestaram concurso para um cargo no Ministério Público, graduados em Direito. Assim, não existe concurso para desembargador, pois o acesso ocorre apenas por nomeação. A origem dos desembargadores é diversa: são advogados ou membros do ministério público, nomeados pelo quinto constitucional. Alguns juízes podem ainda ser promovidos a tal título por merecimento e por tempo de atuação. A média salarial de um Desembargador no país é de R$ 46.600,00 e apenas 5% deles recebem abaixo do teto constitucional. A Ministra do STF, Cármem Lúcia, já informou que o Judiciário tem total interesse em corrigir eventuais distorções que sejam identificadas, visando limitar estas altas remunerações. "Se há distorções, vamos corrigi-las. Mas lembro que muitos juízes trabalham em condições precárias e também acumulam trabalho em mais de uma comarca", disse.

Por: Tamiris Soares
Fonte: acheconcursos

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Superação! Ex-flanelinha, juiz do DF se prepara para doutorado e sonha com o STF

Depois de perder o pai, ele ainda vendeu bananas e foi ajudante de obra. Chagas realizou o primeiro sonho ao comprar leite condensado aos 13 anos: 'foi o melhor dia da minha adolescência!'.

Quem vê o juiz brasiliense Edilson Enedino das Chagas se desdobrando entre os processos da Vara de Falências, o posto de professor de direito empresarial e a preparação para o doutorado mal pode imaginar que esse é um desafio pequeno perto dos quais já precisou enfrentar. Seu primeiro trabalho foi aos 8 anos, como vendedor de bananas, para ajudar a mãe. Desde então, ele já foi vendedor de picolés, flanelinha, jornaleiro, ajudante de obras e faxineiro. Mas orgulho mesmo o magistrado sente quando fala sobre o que espera para o futuro: "um sonho? Poder ser nomeado para o Supremo Tribunal Federal. Mas é uma chance em 5 milhões", diz, entre risos.
Quando meus filhos olham torto para a comida fico realmente triste. Eu, na idade deles, não queria nada de extravagante. Só queria arroz, feijão e bife. Isso deveria ser um direito fundamental, toda criança deveria ter isso. Então, sim, me dói ver alguém olhar para um prato de comida e dizer que não quer ou que não há nada de bom.
Edilson Chagas, juiz do DF

Experiência de vida para ocupar o cargo de ministro ele acredita ter o suficiente. Chagas nasceu em 1970 e começou a enfrentar dificuldades assim que deixou a maternidade. Filho de um tratorista e uma dona de casa, ele morava em uma invasão no Paranoá e dividia o pouco espaço do barraco com os quatro irmãos.

Quando tinha 1 ano, o pai conseguiu uma casa de um único cômodo por meio de um programa habitacional.

"Essa talvez tenha sido a maior âncora que meu pai nos deixou. Casa dá dignidade. Poder entrar em um lugar e fechar a porta, dizer que é o seu porto, onde você pode ancorar o seu navio, dá um alívio enorme", afirma Chagas.

Pouco depois o pai morreu e a família começou a lidar com problemas ainda maiores. Os filhos e a viúva precisavam se virar com um salário mínimo por mês. Sem dinheiro nem para comprar comida, eles dependiam de doações da Legião Brasileira de Assistência, programa assistencial do governo federal, que distribuía sopas para grávidas. O alimento era usado nos cafés da manhã, almoços e jantas durante a maior parte do mês.

Cansado de ver o sofrimento da mãe para garantir a sobrevivência da família e tendo aprendido que não podia pegar nada que fosse dos outros, mesmo que fosse emprestado, aos 8 anos ele decidiu trabalhar. O garoto foi a uma distribuidora de frutas e pediu uma caixa de bananas para vender durante o dia. O acordo era que, depois de quatro horas, ele devolveria o que restasse e dividiria os lucros com o dono.

"Eu ganhava o equivalente a R$ 5 por dia, mas eu me sentia muito feliz. Foi com esse trocado que a gente pôde, por exemplo, passar a comprar pão do dia. Aquilo foi realmente um sonho para a gente. Imagina não precisar esperar para só comprar pão amanhecido! Só que, é claro, o que eu colocava na mão da minha mãe não durava, e de fato era bem pouco. Ainda assim, me sentia satisfeito com o pouquinho que a gente conseguia a mais", lembra.

Meses depois, observando que o rendimento era pequeno, o menino passou a vender picolés. Ele percorria cerca de oito quilômetros todos os dias para vender 40 unidades e lucrava até R$ 6. As dificuldades eram com crianças mais velhas que se recusavam a pagar e chegavam a agredi-lo. "Mas, quando dava certo, era bom. Dava a manteiga. E, às vezes, rendia até um fígado de galinha ou o dorso do frango. A sensação era de cumprir um dever."

Aos 13 anos, já trabalhando como flanelinha de um supermercado perto de onde morava, no Gama, Chagas conseguiu realizar seu maior sonho: tomar uma lata de leite condensado. Ele juntou as moedas ganhadas durante as sete horas de trabalho para poder comprar a guloseima que até então nunca havia entrado na casa da família.

"Quando todo mundo foi dormir, furei um buraquinho e comecei a beber. Meu Deus, aquele foi o melhor dia da minha adolescência! Eu acordei seis vezes à noite para tomar um pouquinho de cada vez, queria que nunca acabasse", conta o juiz. "Isso me instigava mais, me dava vontade de crescer. A minha fome parece que abria meu apetite para estudar, aprender, querer ir além."

A rotina de trabalho era dividida com os estudos, uma prioridade para a mãe de Chagas. Na época, ele estudava em um colégio "cheio de gangues" e os alunos usavam drogas até dentro da sala de aula. O comportamento era repudiado pelo jovem, que não havia tomado partido por nenhum dos grupos. Um dia, o rapaz foi abordado pelo líder de um deles.

"Ele pediu para que eu continuasse prestando atenção para poder ensiná-los depois as matérias e proibiu que me oferecessem drogas. Por incrível que pareça, isso me protegeu. E foi bom, porque até me deu um método de ensino", diverte-se. "Eu já troquei lanche por orientação para quem tinha dúvida. Tudo era realmente uma luta, até comer."

Sonhando em ser médico, Chagas chegou a trabalhar como ajudante de obras antes de terminar o ensino médio ao mesmo tempo em que concluía um curso profissionalizante. No mesmo período, a mãe conseguiu uma reavaliação da pensão deixada pelo marido e passou a ganhar o suficiente para não depender mais do esforço do filho. O jovem fez então curso de fuzileiro naval e prestou concurso para a Polícia Militar. Ele diz que já estava acostumado a ter o próprio dinheiro e não queria passar a depender da família.

Poucos anos depois, em 1991, o rapaz foi aprovado como faxineiro de uma empresa terceirizada que prestava serviços para o Tribunal Superior do Trabalho. A proximidade com a área de direito levou Chagas a se interessar pelo curso. Ele prestou vestibular em uma faculdade particular e conseguiu ser aprovado - a concorrência era de 27 candidatos por vaga.

Em 1998, surgiu a oportunidade para tentar uma vaga no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O incentivo veio de um amigo, mas o ex-flanelinha ficou reticente. "Eu pensava: 'Moço, quem é que passa assim nisso?' Só me vinham esses pensamentos. 'Por que você? Olha que tipo de emprego você já teve, você vendia bananas.' Achava a ideia absurda."

Chagas decidiu fazer o concurso mesmo assim e, sem abandonar o trabalho, passou três meses se dedicando à preparação para a prova. Havia quase 900 inscritos para 38 vagas, e, pouco antes da aplicação dos testes, uma lei aprovou a criação de mais 110 vagas.

"Pensei: 'Agora eu passo'. Então ouvi uma voz que me perguntava se eu dependia da quantidade de vagas. Pensei em Deus e pedi que ele me perdoasse. Mas aí eu disse: 'OK, não dependo da quantidade de vagas, dependo de ti. Mas se ainda assim puder me dar uma vaguinha, eu agradeço'. Fui sincero", lembra, bem-humorado.

O cansaço da prova extensa deu lugar à ansiedade. O magistrado lembra que decidiu ligar para a responsável pela prova na segunda-feira seguinte para perguntar se já havia resultado. Após ouvir uma resposta positiva por telefone, questionou: "E eu, passei?".

"Eu nunca vou me esquecer disso: 'Doutor Edilson, o senhor passou, sim. E pode preparar o discurso de posse, porque o primeiro colocado sempre discursa. E essa pessoa é você.' Eu não cabia em mim", afirma Chagas.

Vida após virar juiz

Depois de assumir uma vaga no Tribunal de Justiça, o ex-flanelinha também passou a dar aulas. Ele concluiu o mestrado em direito e atualmente se prepara para fazer doutorado em psicanálise. Bastante religioso, ele aproveita os finais de semana para fazer obras assistenciais da igreja que frequenta no Gama.
Meu prazer é fazer compras. Essa marca ficou em mim. Às vezes saio da faculdade às 22h e vou correndo ao supermercado. E se tem algo que me dói é ver uma pessoa na fila do caixa tendo que escolher o que levar, por não ter dinheiro para tudo. Um dia eu acabei pedindo à mulher para passar todas as coisas, não deixar nada, paguei a diferença. Dói ver a pessoa tendo que se decidir entre o básico, não havia nada de supérfluo.
Edilson Chagas, juiz do DF

"Ter crescido na escassez me ensinou a valorizar tudo o que chega para mim. Tudo o que me feriu eu tento evitar que aconteça a outras pessoas", disse ao G1. "Nunca peguei o que é dos outros, nem emprestado. O meu pode ser o pior ou o mais feio, mas é o meu. É como a nossa casa zero-quarto [de um único cômodo, conseguida pelo pai]."

Mesmo se considerando sem traumas ou mágoas por causa do passado difícil, o magistrado confessa que mantém alguns pensamentos da infância. Um deles é a mania de economizar e o sentimento de culpa quando compra algo caro, como quando precisou ser "convencido" pela mulher de que merecia ter um "carro do ano". O outro é gostar de ir a supermercados.

"Meu hobby é dar aula, mas meu prazer é fazer compras. Essa marca ficou em mim. Às vezes saio da faculdade às 22h e vou correndo ao supermercado. E se tem algo que me dói é ver uma pessoa na fila do caixa tendo que escolher o que levar, por não ter dinheiro para tudo. Um dia eu acabei pedindo à mulher para passar todas as coisas, não deixar nada, paguei a diferença. Dói ver a pessoa tendo que se decidir entre o básico, não havia nada de supérfluo", conta Chagas.

O magistrado se orgulha de os três filhos adolescentes não precisarem passar pelas mesmas dificuldades que ele viveu. Na época, a mãe é quem fazia as roupas para as crianças, já que não havia dinheiro para comprá-las. Já o trio pode escolher o que quer, inclusive em relação à alimentação.

"Mas quando meus filhos olham torto para a comida fico realmente triste. Eu, na idade deles, não queria nada de extravagante. Só queria arroz, feijão e bife. Isso deveria ser um direito fundamental, toda criança deveria ter isso", diz o juiz. "Então, sim, me dói ver alguém olhar para um prato de comida e dizer que não quer ou que não há nada de bom."

Com uma rotina puxada - o juiz faz questão de despachar em até 24 horas os cerca de 40 processos que recebe por dia, Chagas sonha em poder levar a vivência difícil para uma cadeira no STF. Ele acredita que as chances são remotas e já se planeja para trabalhar na área de direito empresarial quando se aposentar.

"Depois que o Joaquim Barbosa anunciou que sairia, todo mundo passou a brincar comigo. Eu gostaria muito, acho que seria uma vitória de verdade. Acho que posso contribuir com essa visão de quem vem do povo", declarou. "Eu não consigo ir para casa sabendo que tem gente dependendo de mim, precisando de mim. Eu já esperei muito dos outros e nem sempre tinha quem me estendesse a mão. Por isso, gosto de dar suporte quando isso está ao meu alcance."

*Matéria do dia 15/12/2014, servindo aqui apenas como curiosidade

Por Raquel Morais
Fonte: g1 globo

Uma verdadeira Guerreira! ‘Venci’, diz ex-catadora de latinhas que passou em concurso do TJ

Uma catadora de latinhas do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias. Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50 por um salário de R$ 7 mil. “Foi muito difícil. Hoje, contar parece que foi fácil, mas eu venci”, afirma. Agora, ela diz que pensa em estudar direito.

Sem dinheiro nem para comprar gás e obrigada a cozinhar com gravetos, Marilene Lopes viu a vida dela e a da família mudar em 2001, depois de ler na capa de um jornal a abertura das inscrições para o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Ela, que até então ganhava R$ 50 por mês catando latinhas em Brazlândia, a cerca de 30 quilômetros de Brasília, decidiu usar os 25 dias de repouso da cirurgia de correção do lábio leporino para estudar com as irmãs, que tinham a apostila da seleção. Apenas Marilene foi aprovada.

"Minha mãe disse que, se eu fosse operar, ela cuidava dos meninos, então fui para a casa dela. Minha mãe comprou uma apostila para as minhas irmãs, aí dei a ideia de formarmos um grupo de estudo. Íamos de 8h às 12h, 14h às 18h e de 19h às 23h30. Depois eu seguia sozinha até as 2h", explica.
O esforço de quase 12 anos atrás ainda tem lugar especial na memória da família. Na época, eles moravam em uma invasão em Brazlândia.

Marilene já havia sido agente de saúde e doméstica, mas perdeu o emprego por causa das vezes em que faltou para cuidar das crianças. Como os meninos eram impedidos de entrar na creche se estivessem com os pés sujos, ela comprou um carrinho de mão para levá-los e aproveitou para unir o útil ao agradável: na volta, catava as latinhas de alumínio.

Segundo ela, a situação durou um ano e meio, e na época a família passava muita fome. "Nunca tinha nem fruta para comer. Eu me lembro que passei um ano com uma só calcinha. Tomava banho, lavava e dormia sem, até secar, para vestir no outro dia. Roupas, sapato, bicicleta [os filhos puderam ter depois da aprovação no concurso]. Nunca tive uma bicicleta", conta.

Mesmo para se inscrever na prova Marilene, que é técnica em enfermagem e em administração, encontrou dificuldades. Ela lembra ter pedido R$ 5 a cada amigo e ter chegado à agência bancária dez minutos antes do fechamento, no último dia do pagamento. E o resultado foi informado por uma das irmãs, que leu o nome dela no jornal.

"Tinha medo [de não passar] e ao mesmo tempo ficava confiante. Sabia que se me dedicasse bem eu passaria, só precisava de uma vaga", diz. "Dei uma flutuada ao ver o resultado. Pedi até para minha irmã me beliscar."

Ganhando atualmente R$ 7 mil, a técnica judiciária garante que não tem vergonha do passado e que depois de formar os cinco filhos pretende ingressar na faculdade de direito. "Mesmo quando minhas colegas passavam por mim com seus carros e riam ao me ver catando latinhas com o meu carrinho de mão eu não sentia vergonha. E meus filhos têm muito orgulho de mim, da nossa luta. Eles querem seguir meu exemplo."

Marilene já passou pelo Juizado Especial de Competência Geral, 2ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Sobradinho, 2ª Vara Criminal de Ceilândia, 12ª Vara Cível de Brasília e Contadoria. A trajetória dela inspira os colegas. Por e-mail, o primeiro chefe, o analista Josias D'Olival Junior, é só elogios. "A sua história de vida, a sua garra e o seu caráter nos tocavam e nos inspiravam profundamente."

A técnica afirma ainda que não se arrepende de nada do que passou, nem mesmo de ter tido cinco filhos – como diz terem comentado amigos. "Ainda hoje choro quando me lembro de tudo. Eu não tinha gás e nem comida e não ia falar pra minha mãe. Se falasse, ela me ajudaria, mas achava um abuso. Além de ficar 25 dias na casa dela, comendo e bebendo sem ajudar nas despesas, ainda ia pedir compras ou o dinheiro para o gás? Ah, não. Então assim, quando passei, foi como se Deus me falasse 'calma, o deserto acabou'."

Da época de catar latinhas, Marilene diz que mantém ainda a qualidade de ser supereconômica. Ela afirma que não junta mais alumínio por não encontrá-los mais na rua. "As pessoas descobriram o valor, descobriram que dá para vender e juntar dinheiro". Já as irmãs com quem estudou, uma se formou em jornalismo em 2011 e outra passou quatro anos depois no concurso do TJ de Minas Gerais, e foi lotada em Paracatu.

Dificuldades

O primeiro problema enfrentado por Marilene veio na posse do concurso. A cerimônia ocorreu três dias após o nascimento do quinto filho, em um parto complicado. A médica não queria liberá-la para a prova, mas só consentiu com a garantia de que ela voltaria até 18h30. Por causa do trânsito, a catadora se atrasou em uma hora.

"A médica chamou a polícia dizendo que eu tinha abandonado meu filho. É que eu estava de alta, mas o bebê não, e ele precisava tomar leite no berçário enquanto eu estivesse fora", lembra. "A enfermeira ligou para a polícia do hospital e explicou a situação e aí pararam de me procurar. A médica me deixou com o problema e foi embora, no término do plantão dela."

Resolvida a situação, Marilene e a família viveram bem até 2003, quando o marido resolveu sair de casa. O homem, que já havia sido preso por porte ilegal de arma, havia "se deslumbrado" com a situação econômica da mulher. A casa e o carro comprados a partir do salário do tribunal precisaram ser divididos.

Atualmente, ela mora com os filhos na casa de um amigo, na Estrutural, enquanto aguarda a entrega de um apartamento de três quartos em Águas Claras. Marilene tem uma moto e, junto com uma das irmãs, está pagando um consórcio para comprar um carro zero.

*Matéria do dia 14/01/2015, servindo aqui apenas como curiosidade

Por Raquel Morais
Fonte: g1 globo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Veja 5 perguntas clássicas que são feitas quando descobrem que você é do Direito

Jaquelina Nascimento - Docente em Direito

Aquele momento clássico: você está em um churrasco ou até mesmo se servindo da macarronada no jantar de família, na pura descontração para se divertir com uma variedade de pessoas de diferentes mundos, até que algum pentelho lança despretensiosamente a seguinte pergunta: Você faz Direito?

É um beco sem saída, caros amigos e amigas. Significa o “start” para um questionário intenso de perguntas e afirmações sem fim. Sonho seu quando achou que fosse lidar com clientes e casos complexos.

Nananinanão!

Sua consultoria será oferecida com base no Manual das Cinco Perguntas Clássicas que toda pessoa do Direito vai ouvir em sua vida. Vamos a elas:

1- Nossa, mas direito tem que ler muito?

Esse pergunta inicia toda pessoa do Direito, e, claro, arrogantes que somos, responderemos sim! Você concordará, mesmo sabendo que a realidade não é tão enfática quanto a colocação que te fizeram; falará de mil textos que tem que ler, mas não vai dizer que só leu cinco deles; mostrará o tamanho dos livros de doutrina que você usa, só não falará que usou uma vez ou outra. Ao fim, não importa que você não tenha lido metade do que disse que leu, mas de fato você leu muito mais como um profissional de direito do que leu em sua vida.

2 - Você vai defender bandido?

Pergunta capciosa, que só terá uma resposta pronta e adequada anos depois da prática. Por um motivo que não sabemos explicar o porquê, essa pergunta é recorrente no nosso dia a dia (principalmente quando resolve conversar com um taxista), pois não importa se você é um advogado tributário ou um Juiz da vara de família, você vai defender bandido? Engraçado, pois mesmo que seja da área penal ou criminalista, você não necessariamente vai defender um homicida ou um ladrão, você faz direito e pode ir pra onde quiser, ele é amplo. Não podemos esquecer que é previsto constitucionalmente, que todo e qualquer ser humano tem direito a defesa, mas isso é detalhe.

3 - Você tem que usar roupa social todo dia?

Não, não, às vezes a gente vai falar com o juiz de regata ou protocolar um documento de chinelo. É só uma bate-papo e um papel. Não adianta você explicar o porquê da gravata ou, no caso das mulheres, o salto, as pessoas acham isso muito “nada a ver”, porque isso não interfere no que você é! Pode até ser verdade, mas vá dizer essa pérola para a chefia….

4 - Tem um caso de um primo meu….

A consultoria é gratuita e as pessoas vão explorar todos os problemas de seus “primos”, indo de contrato de aluguel, passando por contravenções penais, problemas de família e até (pasmem!) processo trabalhista. Você sabe que não vai responder com coesão todas as indagações, mas um protótipo de um profissional do direito nunca deixa ninguém sem resposta. Essa é a melhor forma de evoluir aquele papo informal para sua lista de clientes.

5 - Então se tiver um problema eu vou te ligar, hein!

Após sugar todas as informações possíveis, o seu novo amigo de churrasco vai dizer que adorou o papo, te elogiará para os amigos, seu ego vai ficar inflado e você se arriscará a dizer: se precisar tirar mais alguma dúvida, pode me procurar. Ele responderá antes mesmo de piscar: “Pode deixar, me passa seu numero de telefone?! Se eu tiver um problema eu vou te ligar, hein!!!”. E você nunca mais verá o dinheiro nesta relação.

Fonte: Justificando

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

PROMOÇÃO de CESTAS DE CAFÉ DA MANHÃ



PROMOÇÃO de CESTAS DE CAFÉ DA MANHÃ
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Direito Civil: Condomínio Geral e Condomínio Edilício

Os institutos do condomínio geral e do condomínio edilício são comuns serem confundidos. De maneira simples, pode-se dizer, que um (condomínio edilício) é espécie do outro (condomínio geral).

Caracteriza-se Condomínio geral pelo fato de existir, simultaneamente, dois (ou mais) direitos de propriedade incidindo sobre um mesmo bem, móvel ou imóvel. Basta dar o seguinte exemplo como forma de ilustração: 2 irmãos, não tendo dinheiro para comprar 2 veículos (um para cada), se cotizam e adquirem um só para ambos. Ou seja, ambos são condôminos do carro; e não, como muitos pensam sócios de um carro. 

Condôminos não são sócios e condomínio não é sociedade. O primeiro instituto (condomínio) é próprio dos direitos reais (previsto nos artigos 1314 a 1330 do Código Civil; já o segundo (sociedade) é típico do direito empresarial (ver arts. 981 e segs. do Código Civil).

Refere-se o Condomínio edilício exclusivamente aos imóveis onde coexistem partes comuns e partes exclusivas, por exemplo: num edifício residencial, o apartamento é propriedade exclusiva e partes como elevadores, piscinas, portaria etc., são partes comuns, sendo que cada condômino é dono de seu apartamento mais uma fração ideal nas partes comuns.

Locatário não é condômino, sendo este exclusivamente o proprietário. Locatário é, mais precisamente, com possuidor, na medida em que, tendo a posse direta do apartamento, compartilha com os demais condôminos e com possuidores as áreas comuns do edifício.

Aplica-se condomínio geral a qualquer coisa (móvel ou imóvel) que possua mais de um dono e condomínio edilício apenas aos edifícios (residenciais ou comerciais) nos quais se identifique partes que são propriedade exclusiva e partes que são propriedade comum.  


Jaquelina Nascimento dos Santos é jornalista, advogada em construção, enfermeira auditora e radialista.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Juizados Especiais da Fazenda Pública


Por Jaquelina Nascimento
Os Juizados Especiais da Fazenda Pública, órgãos da justiça comum e integrantes do Sistema dos Juizados Especiais, serão criados para conciliação, processo, julgamento e execução, nas causas de sua competência pela União, no Distrito Federal e nos Territórios, e pelos Estados.
O sistema dos Juizados Especiais dos Estados e do Distrito Federal é formado pelos Juizados Especiais Cíveis, Juizados Especiais Criminais e Juizados Especiais da Fazenda Pública.
Jaquelina Nascimento
É de competência dos Juizados Especiais da Fazenda Pública processar, conciliar e julgar causas cíveis de interesse dos Estados, dos Territórios, do Distrito Federal e dos Municípios, até o valor de 60 (sessenta) salários mínimos.
Não se incluem na competência do Juizado Especial da Fazenda Pública:
I – as ações de mandado de segurança, de desapropriação, de divisão e demarcação, populares, por improbidade administrativa, execuções fiscais e as demandas sobre direitos ou interesses difusos e coletivos;
II – as causas sobre bens imóveis dos Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios, autarquias e fundações públicas a eles vinculadas;
III – as causas que tenham como objeto a impugnação da pena de demissão imposta a servidores públicos civis ou sanções disciplinares aplicadas a militares.
No foro a sua competência é absoluta onde estiver instalado Juizado Especial da Fazenda Pública.
O juiz poderá deferir quaisquer providências cautelares e antecipatórias no curso do processo de ofício ou a requerimento das partes, para evitar dano de difícil ou de incerta reparação.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

ASPECTOS DA COMPETÊNCIA INTERNACIONAL DO JUIZ BRASILEIRO


Por Jaquelina Nascimento

 O objeto do direito internacional privado é o “conflito de lei no espaço”, pois, tendo em vista a diversidade legislativa entre os Estados que se relacionam, ele tem a função de solucioná-los harmonicamente, escolhendo a lei material que será aplicada ao caso concreto.

É necessário descobrir qual é a jurisdição e a competência visando abordar com correção e objetividade a normativa aplicável, uma vez instaurada a relação processual; verifica-se, primeiramente, se o juiz tem poder para julgar o litígio e, resolvida a questão da jurisdição, passa-se à escolha da norma aplicável – a interna ou a estrangeira.

Em regra, entende Gustavo Bregalda Neves (2010, p. 169) que “o juiz, ante o conflito de leis no espaço, deverá solucionar o problema de conformidade com a lex fori, que contém critérios de conexão tidos como convenientes em razão de política jurídica”. Assim, para determinar a lei substantiva aplicável é imprescindível o elemento de conexão, ou seja, o direito incidente aplicável, que viabiliza a resolução do direito.

É necessário descobrir qual Estado, tratando-se de caso com conexão internacional, estaria investido de competência para apreciá-lo, antes de analisar a competência interna e o direito material a serem aplicados.

Para a resolução preliminar das questões de jurisdição e competência internacional envolvendo o litígio submetido à apreciação do juiz nacional, em caso de conexão internacional, utiliza-se a lei do local da propositura da ação (BASSO, 2009, p. 241). Neste sentido, o art. 12, da LICC utiliza a técnica da aplicação da lex fori, isto é, a lei do Estado (lugar) no qual a jurisdição sobre os litígios seja exercida.

É precioso destacar que, no Brasil, a competência internacional deve seguir os critérios de: domicílio do réu; situação da coisa; e, efeitos extraterritoriais das obrigações (NEVES, 2010, p. 205).


domingo, 27 de novembro de 2016

Um Amor à Altura : Lição de vida amorosa


Por Jaquelina Nascimento

Sabe aquele dia em que você quer se dar o luxo e a felicidade em estar com sua própria companhia ? Foi o que fiz hoje(27.11.16) e confesso que nunca mais tinha feito isso. Fui aprender mais sobre a vida e os conceitos como um todo e percebi que em alguns aspectos estava errada ao ter assistido " Um Amor à Altura " sendo uma lição de vida e mudanças de conceitos como um todo. Refrata a história de uma advogada que namora um arquiteto totalmente diferente do padrão almejado e sonhado para sua vida sentimental, entretanto a mesma se apaixona.

Bem, não vou aqui contar a história do filme, mas adentrar aos conceitos aprendidos e analisados, tais como :

  • Nunca podemos julgar a pessoa sem conhecê-la ou por informações externas;
  • Há pessoas que nos fazem apaixonar pelo que são interiormente; e há homens lindos sem conteúdos espirituais, intelectuais e de caráter mesmo; não estou dizendo que não existam homens lindos de caráter, intelectuais e espirituais;
  • Nunca se importe com as opiniões das pessoas; seja feliz, ame e vá em frente;
  • A VIDA é feita por ESCOLHAS e VENCE quem é OUSADO;
  • Lute,lute,lute.....e se não conseguir...LUTE !
  • Entre outros.
Posso dizer que estou iniciando a semana com chave de outro, devido a tantas aprendizagens.

Deus abençoe nossas vidas ! Até a próxima.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Oficina / Palestra "Roteiro Cinematográfico - A Inspiração vem de onde ?

Roteirista Rodrigo Murat e a jornalista Jaquelina Nascimento

Na manhã de hoje (17) participamos da Oficina / Palestra "Roteiro Cinematográfico - A Inspiração vem de onde ? " ministrada pelo roteirista @Rodrigo Murat na Princesa do Sul.

O que aprendi ? 

Analisamos a obra da escritora 
Clarice Lispector , bem como as diversas formas de se criar roteiros para cinema, tv e teatro. Pudemos perceber a questão da humanização, sonhos, ambições e paixões da autora.

" Somos atores e autores de nossas vidas o tempo todo " ; " Somos personagens do filme da vida " - Rodrigo Murat 

Conheça roteirista Rodrigo Murat :

Rodrigo Murat é formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense/UFF. Com o seu curta-metragem de formatura – UM C. CHAMADO PAIXÃO – ganhou o prêmio Kikito de melhor roteiro no XVI Festival de Gramado. Foi roteirista da TV GLOBO de 1994 a 2002, tendo participado os programas da linha de shows VIDA AO VIVO SHOW com Luiz Fernando Guimarães, FLORA ENCANTADA com Angélica, entre outros. Escreveu as biografias do cineasta ANTONIO CARLOS DA FONTOURA e da atriz ZEZÉ MOTTA para a coleção Aplauso da Imprensa Oficial de São Paulo. No teatro vem atuando como AUTOR desde 2001 tendo tido várias peças montadas, entre elas, TRÊS HOMENS BAIXOS que voltará ao cartaz ano que vem em São Paulo. É dramaturgo da Companhia Casa dos Azulejos, do Rio de Janeiro, para a qual vem desenvolvendo vários projetos. Em 2009, escreveu, dirigiu e produziu o espetáculo PSICOPATAS, que fez temporada de dois meses no Rio de Janeiro e Paraty.

Por : Jaquelina Nascimento

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Verdade !


 
Jaquelina Nascimento
DEFICIENTE
É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições
de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de
que é dono do seu destino.

LOUCO
É quem não procura ser feliz com o que possui.

CEGO
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

SURDO
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o
apelo de um irmão, pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
MUDO
É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.

PARALÍTICO
É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua
ajuda.

DIABÉTICO
É quem não consegue ser doce.

ANÃO
É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois “Miseráveis”
são todos que não conseguem falar com Deus”


Mario Quintana

domingo, 2 de outubro de 2016

OBRIGADA !


Amigos,

Agradeço a Deus por ter nos permitido chegar até aqui ao fim de mais uma campanha e a Joel Rodrigues da Silva pela oportunidade a mim proporcionada. O meu muito obrigada a cada um dos familiares, amigos, equipe de trabalho e simpatizantes que levaram nossas propostas e ideias para muitas pessoas em muitos lugares, sendo nossa voz e nos representando. 

Espero que em cada casa que visitei eu possa ter levado, além do pedido do voto, uma mensagem de fé, amor, esperança e otimismo. Possa ter mostrado que tenho enorme vontade de fazer diferente e de fazer a diferença. Tenham todos a certeza da minha gratidão e lealdade, que é só o que tenho a oferecer.

Peço seu voto para VEREADORA Jaquelina - 28.444 e PREFEITO Joel Rodrigues da Silva 11
NÓS iremos mais longe! Seja qual for o resultado porque em minhas orações sempre peço que A VONTADE DE DEUS SEJA FEITA ao findar esse dia ....

“ Não te mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não te atemorizes, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus está contigo, por onde quer que andares” - Josué: 1. 9

Obrigada e q Jesus nos abençoe.

Jaquelina Nascimento

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

AVISO AOS CLIENTES DAS CESTAS DE CAFÉ DA MANHÃ e CESTAS DE CHOCOLATES


Amigos, mesmo em meio à correria da CAMPANHA ELEITORAL onde estamos CANDIDATA A VEREADORA -Jaquelina Nascimento - VOTE 28.444 continuamos com as ENCOMENDAS DE CESTAS DE CAFÉ DA MANHÃ e CESTAS DE CHOCOLATES.
Encomendas via whats : (89)-99901-8004

VQVAMOS COM FÉ EM DEUS !
“ Todas as vossas coisas sejam feitas com amor” -  1 Cor. 16:14

sábado, 3 de setembro de 2016

DESABAFO DE UMA CANDIDATA A VEREADORA: JAQUELINA NASCIMENTO


Amigos (as) eleitores (as) venho através das redes sociais e do blog jaquelinanascimento.blogspot.com  desabafar com todos sobre nossa campanha a vereadora. Confesso que esse ano resisti até o último instante porque sabia, por já ter sido candidata a vereadora em 2012, que a luta é árdua, desigual e até desumana em alguns instantes. Por quê?

Lutamos para se ter uma oportunidade na Câmara Municipal de Floriano com a cara e a coragem, com a humildade andando nesse sol de 45 graus, mas sempre com um sorriso no rosto, fé, esperança e amor. Lutamos contra estruturas enormes que a maioria dos candidatos a vereador possui, ou seja, carros de som potentes, mais de 3 músicas de campanha, equipes enormes, bandeirolas, paredões, carros e mais carros adesivados, muito material de campanha. E nós?

Bom como havia dito, nossa arma é a OUSADIA, SONHO e AMIZADES. Não temos nem sequer música, carro, dinheiros a baldes; não temos equipes mirabolantes que se dá gosto de ver, não temos nem sequer nenhum adesivo em carro, apenas temos em minha moto.


Eu sabia que seria assim... sabia que eu não tinha dinheiro para estrutura potente para poder ser a diferença aos olhos humanos, mas uma coisa eu tenho: FÉ. Nossa campanha é com base na ORAÇÃO, TRABALHO, OUSADIA, AMIZADES, FAMÍLIAS e na SENSIBILIDADE DE NOSSO POVO AMADO. É tudo muito cansativo, mas SEM SACRIFÍCIO NÃO HÁ VITÓRIA.

Nesse período sabemos quem são nossos verdadeiros amigos. Agradeço a Deus pelos verdadeiros amigos, aqueles que sempre estão comigo em todos os momentos; agradeço a Deus pelos novos amigos, por cada sorriso, cada palavra de fé, incentivo e esperança a mim confiada nesse momento tão difícil de minha vida. Daqui a um mês exato já saberemos que serão os próximos vereadores.

Preciso ter uma oportunidade na Câmara Municipal, nem que seja apenas uma para que eu possa SERVIR A DEUS SERVINDO VOCÊ ELEITOR.


Quem sou?

Filha do mecânico José Bezerra dos Santos e da do lar Luzia Helena Nascimento dos Santos, Jaquelina Nascimento dos Santos nasceu no dia 07 de setembro às 8:20 no município de Floriano. Tenho quatro irmãos, dois sobrinhos e dois cunhados sendo a filha penúltima da família e que sempre foi muito amada por todos.

Com o desejo de transformação da sociedade estudei Jornalismo na UFPB tendo concluído em 2005, Radialismo no CEFET-PB, graduação em Enfermagem na FASER-PB e atualmente é graduanda em direito na FAESF.

Enquanto militante estudantil, fui presidente de turma por três mandatos consecutivos no curso de enfermagem e após foi solicitada de forma unânime por toda faculdade para se lançar como presidente do Centro Acadêmico de Enfermagem, tendo logrado êxito. Foi também assessora de imprensa do Diretório Central Concorri ao cargo de vereadora nas últimas eleições / 2012.

Jornalista/Radialista, Enfermeira Auditora e graduanda em Direito fui Coordenadora de Políticas Públicas das Mulheres no estado do Piauí e Presidente do PRB Mulher em Floriano.

O nosso interesse pela política surgiu desde a sua infância sempre procurando o bem comum e cuidar do que é público e atualmente está candidata a VEREADORA JAQUELINA NASCIMENTO: Vote 28.444

Estou candidata a vereadora e peço seu voto. Jaquelina Nascimento - vote 28444. Tenho um sonho em representar nosso povo na Câmara Municipal de Floriano. Conto com todos vocês! #FÉ #ESPERANÇA #AMOR

A você evangélico peço que ORE por mim e a você que é católico peço que REZE por mim.


Na FÉ ! Jaquelina Nascimento