quinta-feira, 20 de julho de 2017

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Negligência: médica que negou socorro à bebê tem exercício profissional suspenso


Uma médica teve o exercício profissional suspenso depois de negar atendimento a um bebê alegando não ser pediatra. A decisão é da 4º vara Criminal do TJ/RJ.

De acordo com os autos, a médica acompanhava a ambulância acionada para socorrer a criança que estava visivelmente debilitada e com sinais de epilepsia. Mesmo com a ciência da urgência em prestar socorro ao bebê, que tinha um ano de idade, negou assistência por não ser pediatra. A criança não resistiu.

Em conhecimento do caso, o MP estadual denunciou a profissional apontando outras situações em que a médica teria deixado de assistir pacientes. O caso foi levado à Justiça.

Para o juíz de Direito, Gustavo Gomes Kalil, da 4ª vara Criminal do TJ/RJ, a mulher não pode colocar em risco a vida e a incolumidade física de outros pacientes suspendendo o exercício profissional de médica. Com isso, ela não poderá se ausentar da comarca que reside por mais de dez dias, sem a autorização judicial, além de estar proibida de deixar o país, além de comparecer mensalmente à 4ª vara Criminal, para justificar suas atividades. O descumprimento de qualquer medida cautelar poderá motivar sua prisão preventiva.
Tais circunstâncias estão a recomendar a adoção da medida cautelar, para resguardar a ordem pública, evitando-se possível reiteração delitiva, uma vez que há sérios indícios de que a Acusada pode colocar em risco a vida e a incolumidade física de outros pacientes, quando do exercício da Medicina”.
Processo: 0173971-28.2017.8.19.0001

Fonte: Migalhas

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Casamento de Michelle e Darley em Santa Cruz do Piauí


Neste sábado (15) nos reunimos com nossa linda e amada família Nascimento para celebrarmos o casamento de nossa maninha / prima Michelle Nascimento em Santa Cruz do Piauí. Foi um momento de muita alegria e amo para todos nós. Na ocasião lemos a Palavra de Deus durante o casamento. Obrigada Senhor Jesus Cristo e que venham os próximos casamentos !






quinta-feira, 13 de julho de 2017

Academia da Saúde


#Quartou(12.7)  Amo me cuidar : Academia da Saúde-Presente de Deus.

Valeu Joel Rodrigues da Silva por mais esse benefício para todos nós. #ACADEMIAdaSAÚDE #ObgJESUS



sábado, 8 de julho de 2017

120 anos de Floriano : Inauguração do Centro de Parto Normal

Governador Wellington Dias e Jaquelina Nascimento

" Sim, coisas grandiosas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres " - Sl 126:3


Amigos, nesta sexta (7.7) prestigiamos a inauguração do reservatório de água no bairro Planalto Sambaíba, Centro de Parto Normal no HRTN e homenagens a personalidades no teatro Maria Bonita.
Na ocasião reencontramos nosso prefeito Joel Rodrigues da Silva, governador Wellington Dias , professor de direito promotor Arimatea Dourado , nosso amigo deputado federal Maia Filho , banda da prefeitura à qual admiro o trabalho e nosso amigo Batel, policial, entre demais autoridades políticas.


Que Deus nos abençoe !


Com nosso amigo, professor de direito,  promotor Arimatea

Com nosso amigo dep federal Mainha

Com a banda da prefeitura de Floriano

Com nosso amigo Batel

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Aniversário de Floriano : Dia de Ação Cívico Social

Com o prefeito Joel Rodrigues e demais lideranças

Nesta segunda (3) prestigiamos a abertura do Dia de Ação Cívico Social pelo terceiro dia de comemorações pelos 120 anos de Floriano que, em sua segunda edição, oferece vários serviços gratuitos nas áreas de saúde, assistência social, educação, serviços de beleza, emissão de documentos, como RG e carteiras de estacionamento para idosos e pessoas com necessidades especiais.

Estavam presentes o prefeito Joel Rodrigues, vice-prefeito Antonio Reis, secretários municipais, vereadores, entidades parceiras e autoridades estaduais, como o comandante Geral da PM, Coronel Carlos Augusto e o secretário de Segurança Fábio Abreu, e os organizadores principais do evento, o Conselho de Segurança, na pessoa do presidente Ivan Nunes e a Policia Militar, com seu comandante do 3º BPM Rubens Lopes.


Na ocasião conversamos muito com o amigo veterinário Tales sobre seu trabalho à frente da zoonose na Princesa do Sul. Agradeço a Deus pelas oportunidades em estar com o Time do Bem. 
VQVAMOS COM FÉ EM DEUS !

Cuidando do Templo do Espírito Santo : Meu corpo físico, mental e espiritual



Com o amigo veterinário Tales


domingo, 2 de julho de 2017

Aniversário de Floriano : I Feira da Agricultura Familiar

Com a amiga Elineuza, sec da cultura e o pefeito Joel Rodrigues

Prestigiamos o início das festividades do aniversário de Floriano no último sábado (1) e na ocasião houve hasteamento das bandeiras e a I Feira da Agricultura Familiar com a presença do prefeito Joel Rodrigues da Silva e demais autoridades amigas.

#FELIZ #DEUSabençoe #Sabadou

Com o amigo sec de infra-estrutura Macony e o amigo pai de Ronaldo

Com o amigo Arnaldo Messias, controlador do município e a amiga secretária de Ass. Social Rafa


terça-feira, 27 de junho de 2017

Ex-borracheiro estuda com 200 kg de resumos por 4 anos e vira juiz no DF (relembre o caso)


goo.gl/e3xdT9 | O juiz federal Rolando Valcir Spanholo, de 38 anos, afirma que disciplina e motivação foram a receita que o levaram a romper com a antiga realidade de borracheiro e alcançar o sonho de ser magistrado em Brasília. Os últimos quatro anos foram dedicados a concursos públicos, nos quais ele acumulou 200 quilos de resumos de disciplinas de direito. O advogado é de Sananduva, no Rio Grande do Sul, e foi aprovado na mesma seleção feita pela miss DF Alessandra Baldini.




Spanholo conta que a ideia de virar juiz veio tarde, já no final da faculdade e por influência de um professor. Até então o objetivo dele era apenas “melhorar de vida”. A graduação, de acordo com o juiz, já parecia uma grande superação para ele e os quatro irmãos, que trocavam de roupa e sapatos entre si para não irem todos os dias vestidos do mesmo jeito para a instituição.

O trabalho começou cedo. Entre os 9 anos e os 15 anos, os cinco consertavam pneus e lavavam carros junto com o pai. “Durante o inverno, as mãos e os pés ficavam quase sempre congelados. Não tínhamos luvas de borracha e outros equipamentos de proteção que hoje são comuns e obrigatórios. Só restava fazer muito fogo para se aquecer, mas, com isso, os choques térmicos eram inevitáveis. Vivíamos com fissuras nas mãos e pés."



O magistrado diz que a condição levava a família a ser muito severa em relação à educação e a acreditar que só assim todos teriam melhores oportunidades. O esforçou coletivo ajudou os cinco irmãos a ingressarem em uma faculdade de direito que ficava a 250 quilômetros de casa. Para pagar os estudos, os irmãos tiveram de aprender a costurar cortinas e edredons e a fazer bordados.

“Depois, com a chegada da habilitação para dirigir, também passei a trabalhar na área de vendas. Era um desafio diário. Saía sempre cedinho, rodava o dia todo, batendo de porta em porta pelos municípios da região, oferecendo nossos produtos diretamente nas casas. Por razões de economia, meu almoço era sempre debaixo da sombra de uma árvore, dentro do carro. Cardápio? Algumas fatias de pão caseiro e um pedaço de frango empanado – e frio – ou uma torrada carinhosamente preparados pela minha mãe. Bebida? Água que levava dentro de um litro [de garrafa] pet”, lembra.

Spanholo voltava para casa no final da tarde para pegar o ônibus para ir à faculdade. Muitas vezes, por causa da distância, não conseguia tomar banho antes das aulas. As faltas também eram frequentes por causa do trabalho e aconteciam em média duas vezes por semana. Como consequência, ele ficou de exame nos dez semestres do curso.

"Na verdade só consegui levar adiante a graduação porque meus colegas conheciam minha realidade e sempre me emprestavam os cadernos para copiar ou tirar xerox das suas anotações. Confesso que, durante a graduação, estudei muito pouco por livros de doutrina, não tinha como”, explica. “Aliás, meu 'horário de estudos' era no ônibus, durante as viagens de ida e volta, e aos domingos – os sábados eu usava para fazer vendas nas cidades mais distantes. A necessidade faz a gente se reinventar."

Sem familiares e conhecidos na área, Spanholo afirma que só fez a seleção para a Escola Superior da Magistratura, aos 22 anos, por insistência de um professor. A instituição fica em Porto Alegre e oferece cursos de preparação e de aperfeiçoamento para interessados na área. A aprovação foi uma surpresa, e o jovem precisou se desdobrar entre trabalhar em escritórios aos finais de semana enquanto passava de segunda a sexta estudando a 400 quilômetros de casa.

Ao fim do curso e já casado, o juiz deu início à primeira das duas "temporadas" de concursos públicos. Ele conta que chegou perto da aprovação para promotor, procurador, juiz do trabalho e juiz estadual entre 1999 e 2003, mas precisou desistir dos certames porque a mulher havia acabado de ganhar bebê.

"Tínhamos o filho pequeno, e, em uma decisão muito difícil, conjuntamente optamos por ‘adiar’ meu sonho de ser magistrado. Em 2010, decidi retomar tal sonho, mas agora na área federal. Sofri muito para refazer a base do conhecimento que perdi durante aquela ‘parada técnica’. Levei um bom tempo para voltar a atingir um ‘nível competitivo’. Reprovei em muitos concursos. Aliás, de tanto ficar no ‘quase’, acabei ficando ‘especialista’ em calcular e antecipar as notas de cortes das provas objetivas dos nossos concursos”, brinca Spanholo.

Foram dezenas de seleções desde então. Para se preparar, o magistrado passou a estudar a vida de pessoas que já haviam alcançado aprovação no concurso que ele queria. Ele lembra que identificou o que havia de comum, em relação a estratégias e métodos de estudos, para traçar o plano de como se prepararia.

“Logo percebi que, por conta das minhas limitações – tempo, lugar, idade —, muitas delas eu não conseguiria executar, como frequentar cursos preparatórios, estudar por ‘doutrina pesada’ etc. Sentia que precisava ariscar estratégias próprias, moldadas na minha realidade. Experimentei várias. Umas deram certo, outras nem tanto”, diz.

Spanholo afirma que surgiu então a ideia de começar a fazer resumos das matérias e de grifar as principais leis para voltar a ter uma noção das principais áreas do direito. Depois, passou a estudar com base em provas antigas. Ele também fez sinopses de informativos dos tribunais superiores e usou a internet para pesquisas. Ao final, juntou mais de 200 quilos – em 34 caixas – de material de estudo. O acervo foi encaminhado para reciclagem.

Para suportar a pressão e o esgotamento emocional, o juiz conta que também via vídeos motivacionais em redes sociais. Ele lembra que a preparação o ajudou a manter a tranquilidade no dia da prova oral, depois de passar quase seis horas trancado em uma sala de confinamento para ser testado por cinco pessoas sobre conhecimentos em todos os ramos do direito.

“Naquele momento um filme da vida passa na cabeça da gente. Sem me abalar, em fração de segundos, lembrei-me de cada fase, dos meus pais e familiares, das privações, das quedas, enfim, de tudo que tinha se passado ao longo dos 38 anos de minha existência”, conta. “Entrei naquele recinto pronto para ‘lutar’ por mim e por todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, acabaram me ajudando a chegar naquele lugar. Não podia decepcioná-los.”

O resultado do certame para o Tribunal Regional Federal saiu em novembro de 2014, e Spanholo ficou entre os 60 primeiros classificados. Surpreso com a boa colocação, ele se diz orgulhoso da trajetória e atribui o resultado ao esforço e ajuda dos familiares e amigos.

“A vida sempre me ensinou que dificuldades existem para serem superadas. Aliás, dificuldades todos têm. Uns mais, outros menos, mas todos enfrentam obstáculos para alcançar seus sonhos. O que diferencia as pessoas é exatamente a forma como elas reagem diante das resistências do cotidiano. Uns se acovardam e se deixam dominar. Outros veem nas dificuldades grandes oportunidades de crescimento, de evolução pessoal”, afirma.

“No meu caso, desde criança, sempre precisei acreditar naquilo que para os outros seria motivo de dúvida. Nada nunca chegou fácil. Por necessidade, treinei minha mente para acreditar que com humildade, disciplina e motivação era possível vencer um a um os desafios da vida, mesmo não dispondo das melhores condições para enfrentá-los. Sempre fui à luta. Nunca esperei que os outros viessem me dizer o que eu poderia e o que eu não poderia ser. Definia meus objetivos e passava a identificar o que precisava ser feito para atingi-los”, completou o juiz.

Dizendo-se avesso a publicizar a própria história, Spanholo conta que tem se espantado com a quantidade de pessoas que diariamente o procuram para falar que ele as inspirou. Segundo o magistrado, os relatos extrapolam o mundo dos concursos públicos e têm relação até mesmo com a vida privada de algumas delas.

“Não sei explicar direito, mas é como se as pessoas precisassem ver diante dos seus próprios olhos uma prova de que também elas podem superar seus limites pessoais e alcançar os seus sonhos”, declara. “Procuro sempre mostrar para elas que, de fato, se um ex-borracheiro e ex-lavador de carros conseguiu, é porque qualquer outro também poderá ser juiz federal ou que quiser ser na vida. Basta ter disciplina, persistência, espírito de superação e, principalmente, acreditar no nosso próprio potencial.”

*Matéria servindo como grande motivação e inspiração para todos!

Fonte: G1

domingo, 25 de junho de 2017

Acolhimento ao novo bispo da Diocese de Floriano

Com a matriaca da família Nascimento dos Santos

#Sabadou Participamos ontem (24) a tarde da celebração de acolhimento ao novo bispo da Diocese de Floriano, Dom Edivalter Andrade.
Governador , bispo, prefeito Joel Rodrigues e demais autoridades


Estávamos em companhia de nossa amada mame e na ocasião reencontramos amigos , bem como nosso prefeito Joel Rodrigues da Silva , a primeira dama Márcia Rodrigues , o governador Wellington Dias e demais autoridades políticas e eclesiásticas.