sexta-feira, 26 de maio de 2017

Joel visita obra que será entregue pela ocasião do aniversário de FLO


Na manhã desta quinta ( 25) , o prefeito Joel Rodrigues esteve no local onde seguem as obras de construção da Academia de Saúde Dr. Pedro Alves Pereira da Rocha, no bairro Bosque Santa Teresinha. Durante a programação do aniversário da cidade, em julho, a obra será entregue à população.

“Esta é uma importante ação do nosso governo em que estaremos entregando a população um amplo espaço que irá contribuir para a prática do esporte e lazer na comunidade”, afirma Joel Rodrigues.


Saiba mais

 A construção da Academia de Saúde de Floriano,  orçada em R$ 246.035,97, esteve paralisada durante os últimos quatro anos e retomada logo do início de 2017; foi iniciada ainda durante a última gestão de Joel Rodrigues, com recursos do Governo do Estado e Prefeitura Municipal.
A academia de saúde vai permitir tanto a prática de exercícios de musculação na área externa, quanto à prática de atividades de aeróbica, dança e artes marciais que serão disponibilizados na área de convivência.

 Fonte: Jaquelina Nascimento


quarta-feira, 24 de maio de 2017

PROMOÇÃO de CESTAS DE CAFÉ DA MANHÃ, Cestas de VINHO e CESTAS DE CHOCOLATE : Encomendas via fone ( whats) - 89-99901-8004


SURPREENDA quem vc ama com uma LINDA CESTA DE CAFÉ DA MANHÃ e CESTA DE CHOCOLATE :
Encomendas via fone ( whats) - 89-99901-8004
OBS: Entregamos em Floriano e em TODO BRASIL.



















segunda-feira, 22 de maio de 2017

Caminhada : Presente de Deus


Deus é Deus : Presente maravilhoso com essa vista deliciosa do pôr do sol na CAMINHADA
Caminhada faz bem ao corpo físico, espírito, alma e mente; nada melhor do que após um dia inteirinho de PLANTÃO abençoado por Jesus Cristo ,  respirar o ar puro.
Na ocasião revi o desfile do Colégio Industrial e relembrei quando eu era criança e também desfilava.
Obrigada Senhor Jesus Cristo !

#GeraçãoSAÚDE #Caminhada







quarta-feira, 17 de maio de 2017

Emergências Obstétricas : Semana da Enfermagem

Jaquelina Nascimento com a equipe obstétrica

Nesta quarta (17) a enfermeira auditora Jaquelina Nascimento participou do curso de Emergências Obstétricas ministrado pela dra Luiza Eugênia na Semana da Enfermagem no campus da Universidade Federal do Piauí (UFPI) em Floriano.

" Amo me reciclar e adquirir novos conhecimentos principalmente na área obstétrica à qual estou tendo a oportunidade no dia dia de trabalhar. A preocupação com o feto é demonstrada através do tratamento, sendo que a mãe é prioridade em qualquer emergência ", afirma Jaquelina Nascimento.

A enfermeira obstetra dra Luiza Eugênia fez dinâmicas referentes às emergências na obstetrícia com o objetivo de aprimorar ainda mais os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso.

ASCOM: JNS

Dra Luiza Eugênia e Jaquelina Nascimento

Enfermeiras Domingas e Jaquelina Nascimento

Naiane Martins e Jaquelina Nascimento

terça-feira, 16 de maio de 2017

Semana da Enfermagem HRTN - UFPI- CAPS na Princesa do Sul


Na noite desta terça (16) a enfermeira auditora Jaquelina Nascimento prestigiou a abertura da Semana da Enfermagem na Princesa do Sul e à primeira palestra sobre " Valorização da Vida e a Garantia da Segurança do Paciente".
Estiveram presentes Paulo Regis,  diretor do Hospital Regional Tibério Nunes-HRTN , a coordenadora de enfermagem do HRTN, Janaina,  mestres , doutores, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, bem como graduandos.
Segundo Jaquelina Nascimento, foi um momento de muita importância ter prestigiado a abertura e analisado sobre a questão holística do cuidar do outro, ou seja, cuidar através da visão sócio-cultural e psicológica além do conhecimento da enfermagem como um todo.
De acordo com o diretor do HRTN, quando se escolhe ser enfermeiro, se escolhe cuidar. " O privilégio é o de sermos parceiros do paciente e do hospital", enfatiza.

ASCOM-JNS




sexta-feira, 12 de maio de 2017

FELIZ NOSSO DIA DA ENFERMAGEM !

" Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito " - Romanos 8 : 28

Hoje para mim mais do que nunca é um dia de muita reflexão por comemorarmos O NOSSO DIA , ou seja, DIA DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM. Agradeço a Deus e a meu irmão lindo que amo Jaelson Nascimento​ que sempre insistiu para que eu trabalhasse nesse lindo ofício e a toda minha família.
Primeiramente eu não tinha ideia DA MISSÃO que DEUS reservava para mim ao ter o PRIVILÉGIO em COMPOR a EQUIPE DE OBSTETRÍCIA do HOSPITAL REGIONAL TIBÉRIO NUNES - HRTN e em fazer parte do TIME DO BEM.

A nosso prefeito Joel Rodrigues da Silva​ meus parabéns pelas conquistas referentes à saúde não só de Floriano mas da região; Creio em nome de Jesus Cristo que logo logo iremos ajudar mais pessoas na nova estrutura. Deus continue abençoando o sr e toda família.
O que significa ESTAR ENFERMEIRA? Significa SALVAR VIDAS e LEVAR AMOR aos mais necessitados. As pessoas me perguntam sobre JORNALISMO e DIREITO e sempre respondo que tbm AMO, mas ESTOU EM UMA NOVA FASE EM MINHA VIDA.

Enfim..... VQVAMOS COM FÉ EM DEUS !
Feliz nosso dia a todos os profissionais da FAMÍLIA HRTN e de todo Brasil.Feliz nosso dia a todos os profissionais da FAMÍLIA HRTN e de todo Brasil.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Sozinho ou em grupo? Veja como começar seu próprio negócio na advocacia


 Os primeiros passos na advocacia não são fáceis para ninguém. Conquistar uma base regular de clientes e conjugar um bom atendimento ao acompanhamento dos feitos é um desafio que se mostra logo de cara. No entanto, não se pode esquecer que uma das principais decisões a serem tomadas nessa fase, que diz respeito à própria estrutura do negócio, apresenta-se antes mesmo do início das operações: começar sozinho ou em sociedade?

Quer ver, agora mesmo, como cada modelo oferece suas vantagens e desvantagens? Então confira nosso artigo e aprenda que o momento correto para promover mudanças na estrutura é de fundamental importância:

Advocacia autônoma

Começar sozinho pode ser ideal para o advogado que deseja adquirir experiência e conquistar clientes sem precisar arcar com um grande investimento inicial. A verdade é que esse modelo de negócio pode ser implementado com uma estrutura simples e o profissional pode realizar grande parte de suas funções a partir de sua própria residência, desde que disponha de uma estrutura mínima — como um telefone fixo, um computador conectado à internet, livros e manuais de referência atualizados e o necessário material de escritório.

O primeiro atendimento ao cliente pode, a princípio, ser realizado no fórum, em escritórios compartilhados oferecidos pela OAB ou em algum outro local de sua preferência, desde que adequado à ocasião. É importante salientar que, mesmo advogando de forma autônoma, o advogado não é obrigado a trabalhar sozinho o tempo todo. É possível trabalhar em parceria com outros colegas, principalmente nas causas que não se encaixem dentro da especialidade do profissional, por exemplo. Nesse sentido, o trabalho em equipe, bem como a divisão dos honorários advocatícios, acontece de forma pontual e caso a caso.

Sociedade de advogados

A sociedade pressupõe que, em regra, todo o trabalho e os respectivos honorários sejam compartilhados e repartidos entre os sócios. Por isso, é essencial que o profissional escolha colegas de sua inteira confiança, que tenham uma rotina de trabalho semelhante à sua. A grande vantagem da associação é o corte de custos administrativos e a unificação da base de clientes, criando, assim, um ambiente de trabalho mais estável.

Imagine, por exemplo, que um advogado autônomo já tenha um volume de processos e uma base de clientes no limite do que consegue administrar sozinho. Nesse caso, poderá alugar uma sala de escritório e contratar uma secretária, funcionários administrativos ou um estagiário. Entretanto, é possível que todas essas providências venham a onerar sua atividade a ponto de inviabilizar sua própria subsistência. Com a criação de uma sociedade, esses custos podem ser repartidos e o impacto tende a ser bem menor, especialmente nas contas de profissionais em início de carreira.

Independentemente da escolha pela advocacia autônoma ou pela formação de uma sociedade, um ponto em comum salta aos olhos: o advogado deve sempre buscar ser reconhecido pela excelência e economicidade dos serviços prestados. Esses valores se traduzem no bom atendimento ao cliente pautado em um relacionamento transparente e ético, na qualidade da representação judicial dos interesses por ele defendidos e na redução dos custos para o cliente. Com relação a esses pontos, é imperativo destacar o papel da advocacia correspondente, na medida em que se ganha tempo e economiza dinheiro tanto para o cliente como para o próprio advogado ou escritório.

E então, ficou ainda alguma dúvida ou tem uma sugestão a dar? Participe da conversa deixando aqui seus comentários e compartilhando suas ideias e experiências!

Fonte: Blog Juris Correspondente

domingo, 5 de março de 2017

Veja os salários da Magistratura: quanto ganha um Juiz, Promotor e Desembargador






Quem deseja entrar para o serviço público tem a Magistratura como boa opção. A carreira chama a atenção pelos altos salários e há quem busque por ela desde a escolha da graduação em Direito. No entanto, o difícil ingresso e a exigência de muita preparação afastam muitos concorrentes, que acabam ficando pelo caminho.

O Magistrado é o Juiz de Direito, que pode atuar no Supremo Tribunal Federal, no Conselho Nacional da Magistratura, no Tribunal Federal de Recursos, nos Tribunais Militares, nos Tribunais Eleitorais, Tribunais e Juízos do Trabalho, Tribunais Estaduais e Tribunais Distrito Federal e dos Territórios. Atualmente, o subsídio de um Juiz em entrância inicial é fixado em R$ 27.500,17 e não pode exceder o teto constitucional dos Ministros do STF, de R$ 33.763,00.

Além do vencimento, os magistrados recebem auxílio-moradia, auxílio-alimentação, gratificações, auxílio-saúde e outros benefícios, que podem envolver desembolsos por produtividade, aulas em escolas da magistratura, cargos de direção e ajuda de custo para se instalarem em outras cidades. Segundo reportagem do Jornal O Globo de 23 de outubro, 76% dos magistrados do país ganham acima do teto e há casos em que Desembargadores recebiam até R$ 140.000,00 mensais.

São vitalícios no cargo, a partir da posse, os Ministros do Supremo Tribunal Federal, Ministros do Tribunal Federal de Recursos, Ministros do Superior Tribunal Militar, Ministros do Tribunal Superior do Trabalho e dos Tribunais Regionais do Trabalho, Desembargador, Juiz dos Tribunais de Alçada e dos Tribunais de segunda instância da Justiça Militar dos Estados. Já os Juízes Federais, Juízes Auditores, Juízes Auditores Substitutos, Juízes do Trabalho Substituto, Juízes de Direito e Juízes Substitutos da Justiça dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios e Juízes Auditores da Justiça Militar dos Estados conquistam a vitaliciedade após dois anos no cargo.

O bacharel em Direito deve ter pelo menos três anos de atividade jurídica comprovada para concorrer a um cargo como Magistrado. Segundo o Superior Tribunal de Justiça, o conceito de "prática forense" exigida para concursos da Magistratura deve ser compreendido em um sentido amplo, não englobando apenas as atividades privativas de Bacharel em Direito, mas todas aquelas de natureza jurídica. Entram nessa conta a atuação como Advogado; as atividades de consultoria, de assessoria e de direção jurídicas; o exercício da função de Conciliador junto a tribunais judiciais, juizados especiais, varas especiais, anexos de juizados especiais ou de varas judiciais; o exercício de atividade de mediação ou de arbitragem na composição de litígios; e a realização de curso de pós-graduação reconhecido pelas Escolas Nacionais de Aperfeiçoamento e Formação de Magistrados ou pelo MEC, desde que integralmente concluídos com aprovação.

O concurso público para Juiz é composto de prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; provas escritas teóricas e práticas, de caráter eliminatório e classificatório; sindicância da vida pregressa e investigação social, de caráter eliminatório; exame de sanidade física e mental, de caráter eliminatório; exame psicotécnico, de caráter eliminatório; prova oral, de caráter eliminatório e classificatório; e avaliação de títulos, de caráter classificatório. Dentre as disciplinas abordadas pela prova objetiva estão o Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito do Consumidor, Direito da Criança e do Adolescente, Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Constitucional, Direito Eleitoral, Direito Empresarial, Direito Tributário, Direito Ambiental, Direito Administrativo e Direito Agrário; que vão variar conforme o órgão que abre o certame.

Após a aprovação e classificação em concurso, o profissional ingressa na carreira de Juiz Substituto em pequenas Comarcas. Não necessariamente sua atuação acontecerá apenas na ausência do Juiz Titular da Comarca, mas também em conjunto com ele, como auxiliar. Nessa função, o novo Juiz atua em todas as áreas - cível, criminal e juizados de pequenas causas. Após dois anos de atuação como Juiz Substituto, acontece a promoção para Juiz Titular em uma Comarca de Primeira Entrância, que são Comarcas situadas em pequenas cidades do interior do país. A seguir vêm as Comarcas de Segunda Entrância, que ficam em cidades de tamanho médio, as Comarcas de Terceira Entrância, que correspondem às grandes cidades do interior, e as Comarcas de Entrância Especial, que são as principais Comarcas das grandes capitais brasileiras.

Após se tornar Juiz Titular, todas as promoções acontecem apenas com o consentimento do Juiz, não sendo obrigatórias. Para cada promoção, o Magistrado deve ficar no mínimo dois anos no cargo. As promoções são realizadas considerando dois critérios: merecimento e antiguidade, que, ao menos teoricamente, são critérios objetivos. Analisa-se seu tempo de cargo, sua conduta como magistrado, sua eficiência no exercício da função, o número de vezes em que figurou em outras listas por merecimento, além de notas nos cursos internos.

Os Magistrados podem chegar ainda aos tribunais de segundo grau e ocupar as funções de Desembargador, Ministro e Corregedor.

Promotor

Para quem pensa que o Promotor de Justiça é um cargo hierárquico menor, quando comparado ao Juiz, engana-se. O Juiz faz parte do Poder Judiciário, e tem sua legislação prevista na Constituição Federal dos arts. 92 a 126. Já o Promotor de Justiça é integrante do quadro do Ministério Público, previsto na Constituição Federal, art. 127 a 130, e não do Poder Judiciário. A remuneração de um Promotor em entrância inicial varia conforme o estado, geralmente fixada em R$ 26.125,17.

Desembargador

Os desembargadores são profissionais que realizaram funções jurídicas no setor público e prestaram concurso para um cargo no Ministério Público, graduados em Direito. Assim, não existe concurso para desembargador, pois o acesso ocorre apenas por nomeação. A origem dos desembargadores é diversa: são advogados ou membros do ministério público, nomeados pelo quinto constitucional. Alguns juízes podem ainda ser promovidos a tal título por merecimento e por tempo de atuação. A média salarial de um Desembargador no país é de R$ 46.600,00 e apenas 5% deles recebem abaixo do teto constitucional. A Ministra do STF, Cármem Lúcia, já informou que o Judiciário tem total interesse em corrigir eventuais distorções que sejam identificadas, visando limitar estas altas remunerações. "Se há distorções, vamos corrigi-las. Mas lembro que muitos juízes trabalham em condições precárias e também acumulam trabalho em mais de uma comarca", disse.

Por: Tamiris Soares
Fonte: acheconcursos

quinta-feira, 2 de março de 2017

Cancelamento de voo gera dever de indenizar consumidor por danos morais


Juiz do 2º Juizado Especial Cível de Brasília julgou procedente pedido de consumidor para condenar a Gol Linhas Aéreas ao pagamento de R$ 4 mil, a título de danos morais, por falha na prestação de serviço. A companhia deverá pagar indenização a um casal que teve o voo cancelado, o que resultou em um atraso superior a 24 horas para a chegada ao destino.

Para o magistrado, restou incontroverso o cancelamento do voo contratado pelos autores, operado pela ré, no trecho de retorno da viagem (Maceió/AL – Brasília/DF): “Embora comunicado o cancelamento, o certo é que ocorreu atraso superior a 24 horas para a chegada ao destino, considerando-se o horário previsto inicialmente. Não obstante os argumentos deduzidos pela ré, o fato é que os passageiros não foram reacomodados ‘em voo próprio ou de terceiro que ofereça serviço equivalente para o mesmo destino, na primeira oportunidade’, conforme previsto no art. 8º, I, da Resolução da ANAC nº 141/2010. Ao contrário, a reacomodação dos passageiros ocorreu no dia seguinte e a recusa de embarque na madrugada foi justificada, pois os autores estavam acompanhados de seus filhos menores”, afirmou o juiz.

Portanto, forçoso reconhecer que o serviço prestado pela ré foi defeituoso e suscitou riscos acima da expectativa razoável, situação que afrontou direito fundamental dos autores, passível de indenização, conforme estabelece o art. 5º, V e X, da Constituição Federal, concluiu o magistrado.

Assim, atendendo aos princípios da razoabilidade e proporcionalidade, considerando-se a capacidade econômica das partes, a natureza, intensidade e repercussão do dano, o juiz arbitrou o prejuízo moral de cada um dos autores em R$ 2 mil, totalizando R$ 4 mil.

PJe: 0733797-47.2016.8.07.0016

Fonte: TJDFT

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

VAMOS AJUDAR AS CRIANÇAS : Sorrindo Sempre Fissura Labiopalatina -#ValorizaOdonto Dental Cremer


Amigos, vamos curtir o link : 
http://www.valorizaodonto.com.br/…/sorrindo-sempre-fissura-… 

Faltam apenas 20 curtidas amigos para recebermos materiais para o tratamento de nossas 10.000 crianças com fissura labiopalatina. Contamos com o seu apoio nesta grande Corrente do Bem.

CURTA NO SITE : http://www.valorizaodonto.com.br/…/sorrindo-sempre-fissura-… e COMPARTILHE !

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

NOTA : Desfiliação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro ( PRTB)


Amigos esses últimos meses relutei em tomar a decisão de hoje, mas APRENDI QUE se você não se VALORIZAR ninguém te valorizará.

Hoje (20) a tarde o presidente do Partido Renovador  Trabalhista Brasileiro ( PRTB) municipal João De Deus Pereira Silva assinou minha DESFILIAÇÃO.

Conversei com Deus, familiares e amigos eleitores sobre o fato e fico feliz pelo apoio.Agradeço ao presidente municipal e a todos pelos conhecimentos adquiridos e aos que não valorizam quem arregaçou as mangas, fica o meu muito obrigada também.Que o Senhor Jesus Cristo abençoe todos nós.A VIDA SEGUE e é igual a uma roda gigante onde um dia se pode estar por cima e no outro por baixo.VQVAMOS COM FÉ EM DEUS !OBS: Foi pregado ontem que DOR DE BARRIGA NÃO DÁ APENAS UMA VEZ - Fica a dica !

#PRONTAp2018 #NOVOSrumos #FELIZ #MADURA
Jaquelina Nascimento

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Superação! Ex-flanelinha, juiz do DF se prepara para doutorado e sonha com o STF

Depois de perder o pai, ele ainda vendeu bananas e foi ajudante de obra. Chagas realizou o primeiro sonho ao comprar leite condensado aos 13 anos: 'foi o melhor dia da minha adolescência!'.

Quem vê o juiz brasiliense Edilson Enedino das Chagas se desdobrando entre os processos da Vara de Falências, o posto de professor de direito empresarial e a preparação para o doutorado mal pode imaginar que esse é um desafio pequeno perto dos quais já precisou enfrentar. Seu primeiro trabalho foi aos 8 anos, como vendedor de bananas, para ajudar a mãe. Desde então, ele já foi vendedor de picolés, flanelinha, jornaleiro, ajudante de obras e faxineiro. Mas orgulho mesmo o magistrado sente quando fala sobre o que espera para o futuro: "um sonho? Poder ser nomeado para o Supremo Tribunal Federal. Mas é uma chance em 5 milhões", diz, entre risos.
Quando meus filhos olham torto para a comida fico realmente triste. Eu, na idade deles, não queria nada de extravagante. Só queria arroz, feijão e bife. Isso deveria ser um direito fundamental, toda criança deveria ter isso. Então, sim, me dói ver alguém olhar para um prato de comida e dizer que não quer ou que não há nada de bom.
Edilson Chagas, juiz do DF

Experiência de vida para ocupar o cargo de ministro ele acredita ter o suficiente. Chagas nasceu em 1970 e começou a enfrentar dificuldades assim que deixou a maternidade. Filho de um tratorista e uma dona de casa, ele morava em uma invasão no Paranoá e dividia o pouco espaço do barraco com os quatro irmãos.

Quando tinha 1 ano, o pai conseguiu uma casa de um único cômodo por meio de um programa habitacional.

"Essa talvez tenha sido a maior âncora que meu pai nos deixou. Casa dá dignidade. Poder entrar em um lugar e fechar a porta, dizer que é o seu porto, onde você pode ancorar o seu navio, dá um alívio enorme", afirma Chagas.

Pouco depois o pai morreu e a família começou a lidar com problemas ainda maiores. Os filhos e a viúva precisavam se virar com um salário mínimo por mês. Sem dinheiro nem para comprar comida, eles dependiam de doações da Legião Brasileira de Assistência, programa assistencial do governo federal, que distribuía sopas para grávidas. O alimento era usado nos cafés da manhã, almoços e jantas durante a maior parte do mês.

Cansado de ver o sofrimento da mãe para garantir a sobrevivência da família e tendo aprendido que não podia pegar nada que fosse dos outros, mesmo que fosse emprestado, aos 8 anos ele decidiu trabalhar. O garoto foi a uma distribuidora de frutas e pediu uma caixa de bananas para vender durante o dia. O acordo era que, depois de quatro horas, ele devolveria o que restasse e dividiria os lucros com o dono.

"Eu ganhava o equivalente a R$ 5 por dia, mas eu me sentia muito feliz. Foi com esse trocado que a gente pôde, por exemplo, passar a comprar pão do dia. Aquilo foi realmente um sonho para a gente. Imagina não precisar esperar para só comprar pão amanhecido! Só que, é claro, o que eu colocava na mão da minha mãe não durava, e de fato era bem pouco. Ainda assim, me sentia satisfeito com o pouquinho que a gente conseguia a mais", lembra.

Meses depois, observando que o rendimento era pequeno, o menino passou a vender picolés. Ele percorria cerca de oito quilômetros todos os dias para vender 40 unidades e lucrava até R$ 6. As dificuldades eram com crianças mais velhas que se recusavam a pagar e chegavam a agredi-lo. "Mas, quando dava certo, era bom. Dava a manteiga. E, às vezes, rendia até um fígado de galinha ou o dorso do frango. A sensação era de cumprir um dever."

Aos 13 anos, já trabalhando como flanelinha de um supermercado perto de onde morava, no Gama, Chagas conseguiu realizar seu maior sonho: tomar uma lata de leite condensado. Ele juntou as moedas ganhadas durante as sete horas de trabalho para poder comprar a guloseima que até então nunca havia entrado na casa da família.

"Quando todo mundo foi dormir, furei um buraquinho e comecei a beber. Meu Deus, aquele foi o melhor dia da minha adolescência! Eu acordei seis vezes à noite para tomar um pouquinho de cada vez, queria que nunca acabasse", conta o juiz. "Isso me instigava mais, me dava vontade de crescer. A minha fome parece que abria meu apetite para estudar, aprender, querer ir além."

A rotina de trabalho era dividida com os estudos, uma prioridade para a mãe de Chagas. Na época, ele estudava em um colégio "cheio de gangues" e os alunos usavam drogas até dentro da sala de aula. O comportamento era repudiado pelo jovem, que não havia tomado partido por nenhum dos grupos. Um dia, o rapaz foi abordado pelo líder de um deles.

"Ele pediu para que eu continuasse prestando atenção para poder ensiná-los depois as matérias e proibiu que me oferecessem drogas. Por incrível que pareça, isso me protegeu. E foi bom, porque até me deu um método de ensino", diverte-se. "Eu já troquei lanche por orientação para quem tinha dúvida. Tudo era realmente uma luta, até comer."

Sonhando em ser médico, Chagas chegou a trabalhar como ajudante de obras antes de terminar o ensino médio ao mesmo tempo em que concluía um curso profissionalizante. No mesmo período, a mãe conseguiu uma reavaliação da pensão deixada pelo marido e passou a ganhar o suficiente para não depender mais do esforço do filho. O jovem fez então curso de fuzileiro naval e prestou concurso para a Polícia Militar. Ele diz que já estava acostumado a ter o próprio dinheiro e não queria passar a depender da família.

Poucos anos depois, em 1991, o rapaz foi aprovado como faxineiro de uma empresa terceirizada que prestava serviços para o Tribunal Superior do Trabalho. A proximidade com a área de direito levou Chagas a se interessar pelo curso. Ele prestou vestibular em uma faculdade particular e conseguiu ser aprovado - a concorrência era de 27 candidatos por vaga.

Em 1998, surgiu a oportunidade para tentar uma vaga no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O incentivo veio de um amigo, mas o ex-flanelinha ficou reticente. "Eu pensava: 'Moço, quem é que passa assim nisso?' Só me vinham esses pensamentos. 'Por que você? Olha que tipo de emprego você já teve, você vendia bananas.' Achava a ideia absurda."

Chagas decidiu fazer o concurso mesmo assim e, sem abandonar o trabalho, passou três meses se dedicando à preparação para a prova. Havia quase 900 inscritos para 38 vagas, e, pouco antes da aplicação dos testes, uma lei aprovou a criação de mais 110 vagas.

"Pensei: 'Agora eu passo'. Então ouvi uma voz que me perguntava se eu dependia da quantidade de vagas. Pensei em Deus e pedi que ele me perdoasse. Mas aí eu disse: 'OK, não dependo da quantidade de vagas, dependo de ti. Mas se ainda assim puder me dar uma vaguinha, eu agradeço'. Fui sincero", lembra, bem-humorado.

O cansaço da prova extensa deu lugar à ansiedade. O magistrado lembra que decidiu ligar para a responsável pela prova na segunda-feira seguinte para perguntar se já havia resultado. Após ouvir uma resposta positiva por telefone, questionou: "E eu, passei?".

"Eu nunca vou me esquecer disso: 'Doutor Edilson, o senhor passou, sim. E pode preparar o discurso de posse, porque o primeiro colocado sempre discursa. E essa pessoa é você.' Eu não cabia em mim", afirma Chagas.

Vida após virar juiz

Depois de assumir uma vaga no Tribunal de Justiça, o ex-flanelinha também passou a dar aulas. Ele concluiu o mestrado em direito e atualmente se prepara para fazer doutorado em psicanálise. Bastante religioso, ele aproveita os finais de semana para fazer obras assistenciais da igreja que frequenta no Gama.
Meu prazer é fazer compras. Essa marca ficou em mim. Às vezes saio da faculdade às 22h e vou correndo ao supermercado. E se tem algo que me dói é ver uma pessoa na fila do caixa tendo que escolher o que levar, por não ter dinheiro para tudo. Um dia eu acabei pedindo à mulher para passar todas as coisas, não deixar nada, paguei a diferença. Dói ver a pessoa tendo que se decidir entre o básico, não havia nada de supérfluo.
Edilson Chagas, juiz do DF

"Ter crescido na escassez me ensinou a valorizar tudo o que chega para mim. Tudo o que me feriu eu tento evitar que aconteça a outras pessoas", disse ao G1. "Nunca peguei o que é dos outros, nem emprestado. O meu pode ser o pior ou o mais feio, mas é o meu. É como a nossa casa zero-quarto [de um único cômodo, conseguida pelo pai]."

Mesmo se considerando sem traumas ou mágoas por causa do passado difícil, o magistrado confessa que mantém alguns pensamentos da infância. Um deles é a mania de economizar e o sentimento de culpa quando compra algo caro, como quando precisou ser "convencido" pela mulher de que merecia ter um "carro do ano". O outro é gostar de ir a supermercados.

"Meu hobby é dar aula, mas meu prazer é fazer compras. Essa marca ficou em mim. Às vezes saio da faculdade às 22h e vou correndo ao supermercado. E se tem algo que me dói é ver uma pessoa na fila do caixa tendo que escolher o que levar, por não ter dinheiro para tudo. Um dia eu acabei pedindo à mulher para passar todas as coisas, não deixar nada, paguei a diferença. Dói ver a pessoa tendo que se decidir entre o básico, não havia nada de supérfluo", conta Chagas.

O magistrado se orgulha de os três filhos adolescentes não precisarem passar pelas mesmas dificuldades que ele viveu. Na época, a mãe é quem fazia as roupas para as crianças, já que não havia dinheiro para comprá-las. Já o trio pode escolher o que quer, inclusive em relação à alimentação.

"Mas quando meus filhos olham torto para a comida fico realmente triste. Eu, na idade deles, não queria nada de extravagante. Só queria arroz, feijão e bife. Isso deveria ser um direito fundamental, toda criança deveria ter isso", diz o juiz. "Então, sim, me dói ver alguém olhar para um prato de comida e dizer que não quer ou que não há nada de bom."

Com uma rotina puxada - o juiz faz questão de despachar em até 24 horas os cerca de 40 processos que recebe por dia, Chagas sonha em poder levar a vivência difícil para uma cadeira no STF. Ele acredita que as chances são remotas e já se planeja para trabalhar na área de direito empresarial quando se aposentar.

"Depois que o Joaquim Barbosa anunciou que sairia, todo mundo passou a brincar comigo. Eu gostaria muito, acho que seria uma vitória de verdade. Acho que posso contribuir com essa visão de quem vem do povo", declarou. "Eu não consigo ir para casa sabendo que tem gente dependendo de mim, precisando de mim. Eu já esperei muito dos outros e nem sempre tinha quem me estendesse a mão. Por isso, gosto de dar suporte quando isso está ao meu alcance."

*Matéria do dia 15/12/2014, servindo aqui apenas como curiosidade

Por Raquel Morais
Fonte: g1 globo

Uma verdadeira Guerreira! ‘Venci’, diz ex-catadora de latinhas que passou em concurso do TJ

Uma catadora de latinhas do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias. Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50 por um salário de R$ 7 mil. “Foi muito difícil. Hoje, contar parece que foi fácil, mas eu venci”, afirma. Agora, ela diz que pensa em estudar direito.

Sem dinheiro nem para comprar gás e obrigada a cozinhar com gravetos, Marilene Lopes viu a vida dela e a da família mudar em 2001, depois de ler na capa de um jornal a abertura das inscrições para o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Ela, que até então ganhava R$ 50 por mês catando latinhas em Brazlândia, a cerca de 30 quilômetros de Brasília, decidiu usar os 25 dias de repouso da cirurgia de correção do lábio leporino para estudar com as irmãs, que tinham a apostila da seleção. Apenas Marilene foi aprovada.

"Minha mãe disse que, se eu fosse operar, ela cuidava dos meninos, então fui para a casa dela. Minha mãe comprou uma apostila para as minhas irmãs, aí dei a ideia de formarmos um grupo de estudo. Íamos de 8h às 12h, 14h às 18h e de 19h às 23h30. Depois eu seguia sozinha até as 2h", explica.
O esforço de quase 12 anos atrás ainda tem lugar especial na memória da família. Na época, eles moravam em uma invasão em Brazlândia.

Marilene já havia sido agente de saúde e doméstica, mas perdeu o emprego por causa das vezes em que faltou para cuidar das crianças. Como os meninos eram impedidos de entrar na creche se estivessem com os pés sujos, ela comprou um carrinho de mão para levá-los e aproveitou para unir o útil ao agradável: na volta, catava as latinhas de alumínio.

Segundo ela, a situação durou um ano e meio, e na época a família passava muita fome. "Nunca tinha nem fruta para comer. Eu me lembro que passei um ano com uma só calcinha. Tomava banho, lavava e dormia sem, até secar, para vestir no outro dia. Roupas, sapato, bicicleta [os filhos puderam ter depois da aprovação no concurso]. Nunca tive uma bicicleta", conta.

Mesmo para se inscrever na prova Marilene, que é técnica em enfermagem e em administração, encontrou dificuldades. Ela lembra ter pedido R$ 5 a cada amigo e ter chegado à agência bancária dez minutos antes do fechamento, no último dia do pagamento. E o resultado foi informado por uma das irmãs, que leu o nome dela no jornal.

"Tinha medo [de não passar] e ao mesmo tempo ficava confiante. Sabia que se me dedicasse bem eu passaria, só precisava de uma vaga", diz. "Dei uma flutuada ao ver o resultado. Pedi até para minha irmã me beliscar."

Ganhando atualmente R$ 7 mil, a técnica judiciária garante que não tem vergonha do passado e que depois de formar os cinco filhos pretende ingressar na faculdade de direito. "Mesmo quando minhas colegas passavam por mim com seus carros e riam ao me ver catando latinhas com o meu carrinho de mão eu não sentia vergonha. E meus filhos têm muito orgulho de mim, da nossa luta. Eles querem seguir meu exemplo."

Marilene já passou pelo Juizado Especial de Competência Geral, 2ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Sobradinho, 2ª Vara Criminal de Ceilândia, 12ª Vara Cível de Brasília e Contadoria. A trajetória dela inspira os colegas. Por e-mail, o primeiro chefe, o analista Josias D'Olival Junior, é só elogios. "A sua história de vida, a sua garra e o seu caráter nos tocavam e nos inspiravam profundamente."

A técnica afirma ainda que não se arrepende de nada do que passou, nem mesmo de ter tido cinco filhos – como diz terem comentado amigos. "Ainda hoje choro quando me lembro de tudo. Eu não tinha gás e nem comida e não ia falar pra minha mãe. Se falasse, ela me ajudaria, mas achava um abuso. Além de ficar 25 dias na casa dela, comendo e bebendo sem ajudar nas despesas, ainda ia pedir compras ou o dinheiro para o gás? Ah, não. Então assim, quando passei, foi como se Deus me falasse 'calma, o deserto acabou'."

Da época de catar latinhas, Marilene diz que mantém ainda a qualidade de ser supereconômica. Ela afirma que não junta mais alumínio por não encontrá-los mais na rua. "As pessoas descobriram o valor, descobriram que dá para vender e juntar dinheiro". Já as irmãs com quem estudou, uma se formou em jornalismo em 2011 e outra passou quatro anos depois no concurso do TJ de Minas Gerais, e foi lotada em Paracatu.

Dificuldades

O primeiro problema enfrentado por Marilene veio na posse do concurso. A cerimônia ocorreu três dias após o nascimento do quinto filho, em um parto complicado. A médica não queria liberá-la para a prova, mas só consentiu com a garantia de que ela voltaria até 18h30. Por causa do trânsito, a catadora se atrasou em uma hora.

"A médica chamou a polícia dizendo que eu tinha abandonado meu filho. É que eu estava de alta, mas o bebê não, e ele precisava tomar leite no berçário enquanto eu estivesse fora", lembra. "A enfermeira ligou para a polícia do hospital e explicou a situação e aí pararam de me procurar. A médica me deixou com o problema e foi embora, no término do plantão dela."

Resolvida a situação, Marilene e a família viveram bem até 2003, quando o marido resolveu sair de casa. O homem, que já havia sido preso por porte ilegal de arma, havia "se deslumbrado" com a situação econômica da mulher. A casa e o carro comprados a partir do salário do tribunal precisaram ser divididos.

Atualmente, ela mora com os filhos na casa de um amigo, na Estrutural, enquanto aguarda a entrega de um apartamento de três quartos em Águas Claras. Marilene tem uma moto e, junto com uma das irmãs, está pagando um consórcio para comprar um carro zero.

*Matéria do dia 14/01/2015, servindo aqui apenas como curiosidade

Por Raquel Morais
Fonte: g1 globo

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Lira Eco Park : Belezas de nosso Piauí

Arvorismo



#Sabadou (4.2) Sabe o que aprendi hoje? A superar meus medos e limites; aprendi que podemos ir além de nossos limites. Temos que ter foco e acreditar em nosso potencial.
Pela primeira vez participei de TIROLESA e ARVORISMO. Confesso que NÃO SOU AMIGA DE ALTURA, mas me surpreendi com minhas ATITUDES de SUPERAÇÃO.
Arvorismo
 
Lira Eco Park é lugar de superação e felicidades.
Dia abençoado por Deus nesse paraíso chamado 
Lira Eco Park. Fiquei muito feliz pela receptividade maravilhosa a começar pelo proprietário Haroldo Lira e todos os funcionários. Valeu a pena e confesso que amo fazer amizades. Deus abençoe todos!
Amo conhecer mais sobre a história de nosso amado Piauí. Lira Eco Park
E hoje graças a Deus tive a oportunidade de conhecer a Fábrica de cachaça Lira em Amarante. Fui muito bem recepcionada por todos.
Fábrica Lira

Saiba mais 

A Cachaça Lira representa a saga de um homem que viveu à frente do seu tempo: Francisco José Lira. Esse piauiense nasceu em 1864 e, desde 1889, dedicou-se à produção de cachaça.
Coronel Chico Lira, com sua extraordinária capacidade empreendedora, transformava as adversidades em oportunidades. Quando uma grande seca devastou o sertão nordestino no ano de 1915, ele fundou o Sítio Floresta, onde criou meios de sustentabilidade, de preservação ambiental e uso racional dos recursos naturais. Preocupações que somente hoje estão sendo disseminadas globalmente.
Sua postura ética e seu rígido caráter, pautados na fé e no respeito aos valores, marcaram profundamente a formação dos seus descedentes, que preservaram seu empreendimento e, sobretudo, suas lições, como um valioso patrimônio para a posteridade.
Proprietário dr Haroldo Lira e Jaquelina Nascimento

A Cachaça Lira é resultado desse processo que associa a tradição dos antigos engenhos com a evolução das novas tecnologias, a paciência do tempo secular com o prazer de fazer bem- -feito, o apuro artesanal brasileiro com os mais rigorosos padrões internacionais de qualidade.
Uma história que a família Lira tem orgulho de demonstrar ao batizar com seu próprio nome essa extraordinária bebida.
Fábrica Lira

A Cachaça Lira nasce de uma cana produzida de forma orgânica, método que garante a matéria-prima de elevada qualidade, além de respeitar o meio ambiente. Suas características especiais são obtidas e potencializadas nas criteriosas técnicas de corte, lavagem, moagem, fermentação, destilação em alambique de cobre e armazenagem em tonéis de madeira, onde permanece por vários anos — um processo que não chamamos de envelhecimento, mas de adquirir sabedoria, espirituosidade, maciez e aroma.
 
Entrada do Sítio

Fábrica Lira

Fábrica Lira

Fábrica Lira

Fábrica Lira

Arvorismo

Restaurante

Restaurante

Casa da Árvore

Casa da Árvore

Arco e Flexa

Jaquelina Nascimento e dr Haroldo Lira

Escalada

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Tirolesa

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Tirolesa

Escalada


Fonte : Jaquelina Nascimento