segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O que aprendi com “LUA NOVA”?



Por Jaquelina Nascimento

Neste final de semana fui assistir ao tão famoso filme LUA NOVA com meu irmão no cinema em Alphaville. Fiquei na expectativa como todas as pessoas que iriam assistir pela primeira vez, já que não vi CREPÚSCULO, porém tinha noção devido á minha amiga de trabalho ter relatado.

Mas o que aprendi com LUA NOVA? Aprendi que devemos ter muito cuidado com quem andamos, ou seja, com nossas amizades, pois como há o ditado: “SE QUER CONHECER A PESSOA, VEJA COM QUEM ELA ANDA”. No filme um jovem é influenciado por um grupo de outros jovens que andam por caminhos errados. Temos que vigiar muitão.

A segunda questão é em relação à vida sentimental, pois a atriz principal se apaixona por um “vampiro”. Temos que cuidar de nosso coração e analisar os frutos do rapaz para ver quem realmente é para que não venhamos a passar decepções, nem que demore a acontecer, pois DEUS tem o TEMPO CERTO para nos abençoar na vida sentimental e em todas as áreas.

Tive uma péssima experiência em 2005 em relação a essa área, pois gostei muito de um rapaz que se dizia ter caráter, porém como estava iludida não via que ele era uma pessoa oposta ao que demonstrava, mas NÃO HÁ NADA EM OCULTO QUE NÃO SEJA REVELADO.Deus me livrou de um péssimo casamento que iria fazer.

E foi revelado, graças a DEUS. Que lição tirei com tudo isso? Deus tem o melhor para mim e para os que têm ouvidos sensíveis a ouvir e obedecer a Sua voz.

As adolescentes que estavam ao meu lado vibravam a cada cena no filme...Mas é essencial assistirmos a tudo em nossa vida com um olhar crítico e vendo o que é melhor para nós, nossa família e à sociedade como um todo.

Firme na Rocha!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Oportunidade dada por DEUS!

Fui ao CTN-CENTRO DE TRADIÇÕES NORDESTINAS


Há muitas comidas tipicas, a exemplo : BODE assado, buchada, panelada, baião de dois....UMA DELÍCIA! Além de muitos conterrâneos nordestinos.

Encontrei esse casal típico da PARAÍBA...A dona Maria já dançou em um quadro no PROGRAMA DO GUGU...Chapéu de coro sim senhor! kkk... O Brasil é lindo; há muitas culturas em um estado..

Na fé!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Por que Lei Maria da Penha?

Por Jaquelina Nascimento

Coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher é o que dispõe a Lei n 11.340 de 7 de agosto de 2006. Você sabe o nome desta lei? Pelo título fica explícito que é a Lei Maria da Penha.

Mas quem foi e quem é Maria da Penha? É uma mulher que foi agredida várias vezes pelo marido e que ficou com enormes seqüelas físicas e emocionais tendo sido quase assassinada devido a esses maus tratos.

Fiquei analisando que no Brasil e no mundo como um todo as pessoas geralmente são homenageadas quando morrem, a exemplo de meu avô no interior da Paraíba que era influente e fazendeiro, mas que só foi homenageado ao morrer quando colocaram seu nome em uma rua e sua casa ter se transformado em um museu.

Porque as pessoas geralmente têm dificuldades, a maioria, de expressar seu sentimento e amor ao próximo através de atitudes ou palavras? A vida é uma vela acesa que a qualquer momento pode se apagar...

Mas voltando à questão de Maria da Penha, fico ao mesmo tempo feliz porque através de uma mulher, Maria da Penha, outras foram beneficiadas por esta lei; mulheres que sofrem maus tratos e que se calam diante das chantagens e agressões físicas e psicológicas de seus maridos e companheiros.Mulheres que se calam e que vivem de aparência por medo!

Transformar tragédia em solidariedade e dor em luta foi um avanço enorme conseguido em meio aos preconceitos existentes à causa da mulher; para se ter uma idéia a mulher conseguiu o direito ao voto em 1934...E há países em que as mesmas não têm direito à expressão como um todo.

Temos que ser discretas, mas não apáticas às situações existentes em nossa comunidade e lar como um todo...Devemos estar à frente das causas das pessoas menos favorecidas e GRITAR como fez e faz a senhora Maria da Penha...

“Toda mulher tem direito a uma vida livre de violência. Esse é o nosso desejo e deve ser o nosso compromisso” -Nilcéia Freire-Ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

Deixo aqui o número 180 da Central de Atendimento à Mulher- “Sua vida recomeça quando a violência termina”.

Ligue 180!

Firme na Rocha!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pseudônimo!


Por Jaquelina Nascimento

Gostaria de falar com vocês sobre a lei Maria da Penha e sobre o livro á qual iniciei hoje: “o Monge e o Executivo”, entretanto há um tema que me inquieta: Pseudônimo!

Você deve estar se perguntando o porque Pseudônimo! Quando era adolescente sempre me perguntava porque os escritores, a exemplo de Machado de Assis, escreviam por pseudônimo.

Quero falar hoje sobre a história de uma garota muito simples, mas que aprende através de todas as situações de sua vida.Jéssica é seu nome.Ela cresceu e se deparou com um mundo diferente do seu. A menina que sempre teve o coração puro se deparou com pessoas que se diziam amigas, mas que sempre falavam mal dela e que saiam à frente para não ter sua companhia.

Gostaria que você, leitor, refletisse comigo e até respondesse às questões:

1. Porque as pessoas rejeitam outras?
2. Porque há falsidade no mundo?
3. Porque as pessoas saem mais cedo e muitas vezes não dizem um “até amanhã” para não ter sua companhia?
4. Porque as pessoas não ficaram felizes com o crescimento de Jéssica?
5. Porque há uma maneira diferente de interpretação em relação à conduta das pessoas?

Jesus Cristo diz que “se conhece a árvore pelos FRUTOS”.Como estão seus frutos? Como estão nossos frutos?

No livro “o Monge e o Executivo” o autor James C. Hunter cita a seguinte frase de Ghandi: “É preciso que você se torne a mudança que deseja ver no mundo”.Que tipo de mudança deseja ver nas pessoas? Tem começado por você?

As pessoas que não tem capacidade de amar o próximo que vêem, como poderão amar DEUS que não se vê?

Poderia aqui escrever um livro através deste tema, mas espero ter contribuído em algo na sua vida através destas simples palavras e indagações; mas QUEM É JÉSSICA? É você? É nossa vizinha? Cabe a cada um de nós respondermos.

Firme na Rocha!


O que estou lendo?

" O Monge e o Executivo- Uma História sobre a Essência da Liderança"-
James C. Hunter

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Deus fala de muitas maneiras

Por Jaquelina Nascimento

Estou lendo o livro de Hebreus e o que gostaria de enfatizar é o primeiro capítulo e versículo 1 à qual diz: “ Deus fala de muitas maneiras”. Fiquei refletindo em relação ao nosso querer e á vontade de Deus.

Muitas vezes queremos que Deus fale e confirme nossa vontade em termos de planos e objetivos.Quantas vezes não fizemos planos que não deram certo e depois passamos a agradecer por não terem se concretizado.

Só Jesus Cristo conhece nosso amanhã e sabe o que é melhor para cada um de nós. De que maneira você quer que Deus fale? Da sua ou da dEle?

Para ficarmos sabendo sobre as repostas de Deus em relação às questões referentes a todas as áreas de nossas vidas devemos analisar os DETALHES aos quais nos cercam e estarmos com os ouvidos sensíveis para ouvir a Sua voz e direção.

A fala de Deus é através das coisas e fatos mais simples.Jesus Cristo é simples; nós é quem complicamos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

CCJ aprova exigência de diploma para jornalista

Foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/09, de autoria do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE ), determinando que a profissão de jornalista seja privativa do portador de diploma de curso superior de jornalismo. A matéria segue para deliberação no Plenário.

A matéria foi acolhida na CCJ com emendas do relator, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE). De acordo com o texto aprovado, a profissão de jornalista deve ser privativa de portador de diploma de curso superior de jornalismo, cujo exercício será definido em lei. A regra é facultativa ao colaborador - aquele que, sem relação de emprego, produz trabalho de natureza técnica, científica ou cultural, relacionado à sua especialização. A exigência do diploma não é obrigatória para aquele que comprovar o efetivo exercício da profissão ou para jornalistas provisionados (os que não têm diploma em jornalismo, mas obtiveram registro por terem sido contratados por empresa jornalística em município onde não há curso específico).

Da Redação / Agência Senado

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Que futuro nossas crianças terão?


Por Jaquelina Nascimento

Estava lendo nesta manhã a entrevista do Jornal Folha Universal desta semana referente ao escritor Luiz Fernando Proa e o que mais fiquei analisando foi quando o mesmo diz que “os pais lutem por seus filhos não só em casa, mas pressionando as autoridades para que ajam rápido”.

Esta questão toda me faz voltar o tempo e expor um pouco sobre algumas situações.Na época em que estava concluindo a faculdade de enfermagem, tive a oportunidade de fazer estágio supervisionado em um município do interior da PB. Ficávamos, eu e minhas colegas, hospedadas em uma creche da prefeitura.

Lá tive a oportunidade de conhecer várias realidades de crianças de classe baixa que estavam sem pai, mãe e que muitas eram criadas pelas avós, quando não abandonadas.

Em alguns dias fazia palestra em postos de saúde e em escolas públicas sobre vários temas, tais como DSTs e orientação como um todo. O que mais me deixava triste era atender nos postos de saúde, crianças de 12 anos GRÁVIDAS e sem direção alguma.

Mas porque iniciei este artigo citando sobre a entrevista que li no Jornal Folha Universal? Porque uma das questões que me chamou atenção foi quando o escritor refrata que DEVEMOS LUTAR NÃO SÓ EM CASA, ou seja, que também SE DEVE LUTAR EM CASA, quiçá se os pais corressem tanto em prol de proporcionar uma vida digna aos seus filhos dando-lhes mais amor e estando mais próximos muitas questões às quais presenciamos nos jornais seriam diferentes.

Tive o privilégio de ter minha mãe cuidando de mim, me levando à escola, me ensinando as lições de casa e me dando broncas quando me perguntava alguma questão e que eu não sabia...Tive o privilégio de ter minha mãe indo às reuniões de pais e mestres, preparando minha lancheira para ir à escola, de me alimentar com o amor e carinho com que ela fazia a comida e faz todos os dias e em ter meu pai sempre presente, companheiro, amigo, duro, nas horas em que deve ser ...Tive e tenho o privilégio de ter meus pais como psicólogos, amigos, companheiros e instrutores..

Fui visitar um abrigo no mesmo município que fazia estágio e fiquei com o coração partido, pois muitas crianças de todas as faixas etárias estavam naquele local apertadinho e com poucas funcionárias para dar atenção e pouco amor.. Que futuro nossas crianças terão?

Muitas não sabem o que é ter pai e mãe e quando os têm, estão muito ocupados com a bolsa de valor e com as taxas, entre outras coisas... Criam seus filhos por babás e só os vêem à noite quando chegam cansados de mais um dia de trabalho...

Porque há muitos jovens usando drogas e “brincando” com armas de fogo de verdade? Porque muitas crianças estão engravidando com 12 anos de idade? Porque muitas crianças estão sendo raptadas por pessoas que as destinam à prostituição em outros países ou até mesmo para que seus pequeninos órgãos fossem retirados?Prefiro que você responda.

Porque os pais andam tão ocupados em TER e não em SER?Porque muitas famílias não almoçam juntas e unidas? Porque não há mais tempo para conversar e brincar com os filhos? Porque muitos dizem ter qualidade de vida, mas será que sabem o que significa realmente?

Bom, na vida existem muitos porquês, entretanto cabe a cada um de nós refletirmos em que devemos mudar e quais as nossas prioridades...


Firme na Rocha!